O Dicastério para a comunicação — Como funcionam as estruturas ao serviço do ministério do Papa

Informação fundada
na verdade e no bem

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20 abril 2021

Nesta entrevista ao prefeito Paolo Ruffini, balanços e projetos de uma grande comunidade multicultural, unida pela tarefa de levar ao mundo a palavra do Sumo Pontífice .

Com o Motu Proprio O atual contexto comunicativo, em 2015 o Papa Francisco deu início a uma transformação radical dos meios de comunicação social do Vaticano, que a partir daquele momento empreendeu um percurso de convergência dentro de um único Dicastério.

Que passos foram dados e quais ainda faltam?

Antes de falarmos dos passos dados com a reforma, e dos que ainda estão por dar, talvez devêssemos fazer um passo atrás. Aliás, mais do que um.

Para compreender por que este Dicastério existe, qual é a sua tarefa, temos de rebobinar a fita. Começar pelo início.

Da razão pela qual a comunicação é uma missão para a Igreja.

Da função da comunicação em manter a Sé de Pedro unida com os fiéis em todo o mundo.

Do porquê, desde o Pentecostes, a comunicação da Igreja fala todas as línguas.

E de como é possível que isto conduza não à confusão de Babel, mas (desde a aurora do cristianismo até aos nossos dias) à misteriosa sinfonia de uma unidade na diversidade, graças à qual, outrora como agora, se pode dizer de nós cristãos, que «a sua voz ressoa por toda a terra e as suas palavras até aos confins do mundo» (Sl 19).

Quanto aos passos realizados e a realizar, esta metáfora diz-nos sobretudo uma coisa. Cada reforma é um percurso. Mas nenhum caminho começa do nada. Nem sequer o nosso.

As novas tecnologias desafiam-nos, mas isto também não é uma novidade. Neste sentido, podemos dizer que a história do Dicastério para a comunicação nasceu há vários séculos. E nasceu do facto de sermos membros uns dos outros.

A Igreja não pode não comunicar. Com efeito, existe exatamente por isso. Há 434 anos que a Santa Sé possui uma tipografia. A prensa de tipos móveis tinha acabado de ser inventada por Gutenberg, que reproduziu a Bíblia pela primeira vez com a nova técnica em 1455.

São 160 anos que possui um jornal, 95 que tem uma editora. Tem uma estação de rádio há 90 anos; há 25 anos que tem um portal web.

Há 82 anos, nascia a Sala de imprensa da Santa Sé. Há 75 anos foi criada a Pontifícia Comissão, que se tornou então o Pontifício Conselho para as comunicações sociais. Há 62 anos a Cinemateca do Vaticano e o Centro televiso do Vaticano conta 38 anos. E, há cinco anos, nasceu o Dicastério. O seu objetivo era e é a unidade. Mas hoje como então uma unidade plural. Uma unidade na diversidade das profissões, dos meios de comunicação, dos papeis, das funções.

Que de alguma forma, porém, já existia, sempre existiu...

Certamente. Com efeito, neste sentido em vez de transformação radical, penso que é melhor falar de evolução natural. O cristianismo mediu-se sempre com o tempo. Não podemos enterrar os talentos que a tecnologia nos oferece na frente das comunicações. Talentos que podem ser bem ou mal utilizados. Para unir ou dividir. Para difundir a verdade ou a falsidade. O amor ou o ódio.

Já podemos fazer um balanço destes anos?

Sem dúvida! Sob condição de estarmos sempre a caminho. Se olharmos para trás, verificamos os muitos passos que demos. Se olharmos em frente, dar-nos-emos conta de quão longe ainda temos de ir. E apercebemo-nos de que será sempre assim.

Hoje vivemos num mundo que não existia há cinco anos. Os nossos filhos já estão habituados a este tempo acelerado, onde não só a mudança é contínua, mas também muito rápida. E isso desafia-nos. Não podemos parar.

A própria palavra “atual”, que o Papa utilizou no seu Motu proprio, não descreve o que era atual há cinco anos; pelo contrário, indica-nos que não podemos evitar a atualidade do tempo. Temos de procurar não ficar para trás.

A reforma nunca será concluída, porque corremos com o tempo: cada um de nós deve sentir-se desafiado todos os dias, sem medo, sem complexos de inferioridade nem de superioridade.

Quanto ao balanço, inevitavelmente provisório, penso que a consciência de ser um só, tem crescido nos últimos anos.

Hoje o Dicastério para a comunicação é uma realidade multimédia que transmite os programas da Rádio Vaticano em 41 línguas, com o Centro de transmissões de ondas curtas em Santa Maria di Galeria, com um portal de notícias em 43 línguas, que não só difunde notícias, mas também acompanha os fiéis em oração, e com o site Vatican.va que conserva o Magistério da Igreja.

Trata-se de uma galáxia de contas sociais (em muitas línguas) que construíram uma rede de bem, de um centro de produção televisiva, que além de transmitir imagens do Papa contribui para fazer documentários sobre a história da Igreja, de uma editora com as suas duas livrarias, de um jornal, «L’Osservatore Romano», escrito em sete línguas, de um serviço fotográfico, de uma tipografia, de uma Sala de imprensa que fala várias línguas, publica um boletim diário e faz interface com os meios de comunicação social de todo o mundo, de redação do site Vatican.va

É a infraestrutura tecnológica que está por detrás de tudo isto, que desenvolveu os websites dos Dicastérios da Santa Sé, que nos permite ouvir a voz do Papa na praça de São Pedro e ver as imagens nos ecrãs gigantes.

Tudo isto só pode existir graças ao apoio de católicos de todo o mundo. É na sua confiança e na sua ajuda que encontramos a força para ir em frente. E a alavanca que nos impele a ser dignos deles.

Com a reforma, o Papa Francisco exortou-nos a começar, antes de mais, por nós próprios.

Pediu-nos para assegurar que cada um de nós que trabalha no Dicastério se sinta parte de um grupo maior, sinta o seu papel como parte essencial, mas não única, necessária, mas não exclusiva, de um plano maior. Isto inclui-nos a todos; agora cabe a nós oferecer o melhor serviço possível a todos aqueles que utilizam o nosso trabalho para fornecer informações nos próprios países, nas suas línguas.

Cabe a nós, e a todos aqueles que nos leem, nos escutam, nos veem na televisão ou nos computadores, garantir que isto não seja apenas uma sinergia, uma questão funcional, mas uma expressão comunicativa do nosso ser um, da nossa comunhão, do nosso ser membros uns dos outros, da nossa capacidade de diálogo com o mundo inteiro, como irmãos e irmãs.

Quais são os passos mais importantes e significativos?

A Rádio Vaticano trouxe a sua bela história para o universo digital do Vatican News. «L’Osservatore Romano», que acaba de se mudar para o mesmo edifício onde estão as redações editoriais da Rádio Vaticano, viu o seu trabalho, o seu serviço e o seu jornal valorizados no trabalho de grupo, que se expressou naturalmente.

Do mesmo modo a Rádio, que através da web deu vida a um projeto multimédia, multilingue e único no mundo.

O Serviço fotográfico disponibilizou as próprias imagens, o seu arquivo, a sua sensibilidade não só ao jornal, mas também ao portal e aos canais de comunicação social, incluindo os oficiais do Santo Padre.

O Ctv, que se tornou Vatican Media, alimentou todo o sistema de comunicações, produzindo filmagens que permanecerão na história da Igreja e do mundo.

A Livraria editora vaticana criou um projeto que lhe permite imprimir também on demand, nas diferentes línguas. Também produziu e-books. Deu vida a um site que testemunha o nosso esforço em acompanhar com reflexão profunda a atividade de comunicação dia após dia.

Os passos são muitos.

As últimas por ordem de tempo foram a reforma gráfica de «L’Osservatore Romano», e a aplicação com a qual se pode ler o jornal no smartphone. E depois as rádios web, que visam fazer com que a oferta da Rádio Vaticano se torne uma rádio multilingue moderna.

Uma coisa em que estamos muito interessados é a ligação cada vez mais forte com as Igrejas locais. Isto levou-nos a fornecer a cada diocese, paróquia, instituto religioso do mundo um widget, um instrumento telemático, para ter toda a nossa oferta disponível no seu site.

Com efeito, o nosso serviço faz sentido precisamente porque é um instrumento de comunhão e partilha e de informação baseada na busca, como o Papa sempre diz, «do verdadeiro, do bom e do justo».

Quais foram os passos mais difíceis?

A pandemia desafiou-nos certamente a dar um salto tecnológico em poucos meses. Mas cada dia teve as suas dores e as suas satisfações. Passo a passo progredimos, cada dia um passo mais à frente.

Também houve muitas incompreensões sobre a reforma. Não se tratava de apagar uma história, mas de a tornar viva. Não foi uma questão de padronizar a oferta, mas de a diferenciar de acordo com o meio. O digital permite-nos ter ligações com todo o mundo que antes eram impensáveis. Permite-nos passar da lógica da transmissão para a lógica da relação, de pensarmos em nós mesmos como produtores de conteúdos para vivermos como instauradores de relações. Permite-nos manter a pluralidade linguística e cultural.

Tratava-se e trata-se ainda, na sua essência, de uma questão de usar bem os nossos talentos.

E quais são os próximos projetos?

Acabamos de lançar um projeto de formação sobre como comunicar a fé no mundo digital que reuniu jovens comunicadores de todos os continentes.

Estamos em vias de tornar a nossa comunicação acessível a todos, até àqueles que não podem ver nem ouvir.

Temos um projeto para tornar a Sala de imprensa cada vez mais eficiente, mais conectada com os meios de comunicação em todo o mundo. Gerir um sistema de acreditação remota para que todos os meios de comunicação do mundo inteiro possam estar diretamente ligados a nós.

Acima de tudo, temos o projeto de sermos cada vez mais membros um do outro.

O mundo digital não é um mundo ready-made.

É um mundo que muda, evolui, reinventa-se a si mesmo.

Também nós podemos mudá-lo, reinventá-lo. Entretanto, cabe a nós tentar construir uma rede de redes.

Entre as tarefas essenciais do Dicastério estão as de divulgar o magistério do Papa e informar sobre as atividades da Santa Sé e da Igreja no mundo. Para o fazer são utilizados consideráveis recursos profissionais, culturais, linguísticos e tecnológicos. Quais são, detalhadamente?

São, somos, muitas pessoas. Diferentes na língua, países de origem, profissão. Mas unidos pela mesma missão. A mesma fé. Pelo Batismo. Somos leigos, religiosos e religiosas, sacerdotes. Somos trabalhadores, jornalistas, impressores, técnicos, motoristas, desenhadores gráficos, engenheiros, peritos informáticos, fotógrafos, operadores de câmara, editores de áudio e vídeo, cineastas, arquivistas, escriturários, repositores. Todos os dias medimos a beleza do nosso ser um. E também o fosso entre o que gostaríamos de ser e o que somos. E isto ajuda-nos a procurar fazer cada vez melhor.

O Dicastério para a comunicação absorveu no seu interior o pessoal anteriormente distribuído em nove entidades diferentes. Quais são os números reais e como se trabalha para gerir a reorganização?

Hoje somos 565. No início da reforma éramos 640. Naquela altura, cerca de metade do pessoal pertencia à Rádio Vaticano (332 unidades), mas também a tipografia (83 unidades) e «L’Osservatore Romano» (77 unidades) tinham um número considerável de trabalhadores.

Ao longo dos anos da reforma, o número total de funcionários do Dicastério para a comunicação foi reduzido de 75 unidades, assegurando ao mesmo tempo tanto a requalificação profissional como a inserção de figuras profissionais adequadas para lidar com os desafios do novo contexto da comunicação, tanto do ponto de vista tecnológico como editorial (cf. Quadro n. 1 na pág. 2).

Os custos de pessoal relacionados com o Dicastério como um todo foram reduzidos em aproximadamente 4,4 milhões de euros durante o período de 2014-2020, passando dos 33,9 milhões de euros em 2014 para 29,5 milhões de euros em 2020.

A criação do Dicastério implicou uma complexa remodelação do fator económico. Que elementos de custo caraterizam o orçamento da missão de uma “máquina” que, no seu trabalho diário, gere uma multiplicidade de estruturas, redes e plataformas?

Como já disse, desde o lançamento da reforma do sistema de comunicações, convergiram no Dicastério para a comunicação: o Pontifício Conselho para as comunicações sociais, a Sala de imprensa da Santa Sé, parte do Serviço Internet do Vaticano, a Rádio Vaticano, o Centro televiso do Vaticano, a Livraria editora vaticana.

No exercício de 2020, foi concluído o processo de integração da Tipografia vaticana — Editrice L’Osservatore Romano, que agrupou os seguintes serviços: «L’Osservatore Romano», o Serviço fotográfico e a Tipografia vaticana.

A maioria das entidades que estavam sob o Dicastério para a comunicação anteriormente eram Instituições ligadas à Santa Sé; e, como tal, eram dotadas de autonomia jurídica e patrimonial e, em certa medida, também de autonomia de gestão. As despesas destas instituições foram financiadas não só pelas receitas por elas produzidas, mas também por contribuições da Secretaria de Estado e/ou do Governatorato, particularmente no que diz respeito ao défice da Rádio Vaticano.

A reforma tornou possível o processo de integração e gestão unitária de todo o sistema, reforçando inclusive a ligação com as realidades eclesiais locais e com os seus instrumentos de comunicação social.

A comunicação institucional da Sala de imprensa também foi reforçada, onde um grupo multilingue atua desde 2019 com a tarefa de assistir a Direção nas relações com certas áreas linguísticas e culturais do mundo, reforçando assim os serviços oferecidos. Este grupo de trabalho é constituído por pessoal do Dicastério, o que permitiu limitar ao máximo os custos e desenvolver uma abordagem sinérgica das várias questões.

Com a reforma, graças à sinergia entre a Direção editorial e a Direção teológico-pastoral, a oferta editorial tanto de informação teológica jornalística como pastoral foi reforçada no novo portal multimédia e multilingue vaticannews.va. Em sinergia com a Secretaria de Estado, a publicação das principais traduções no vatican.va também foi acelerada.

A reforma permitiu também uma melhor presença nas plataformas sociais e um melhor serviço aos Dicastérios da Santa Sé.

A maior integração consentiu que o Dicastério para a comunicação e a Tipografia Vaticana — Editrice L’Osservatore Romano, considerados como uma unidade, reduzissem estruturalmente o seu défice e operassem — a par de um aumento da produtividade e dos serviços oferecidos — uma redução tanto dos custos como do pessoal. Estes resultados têm sido perseguidos através do melhoramento da eficiência dos processos de produção editoriais e tecnológicos, graças a uma gestão cuidadosa das atividades e a um sistema de controlo de gestão.

O Dicastério para a comunicação, mesmo se num contexto nem sempre favorável às atividades de angariação de recursos, empenhou-se sempre em procurar recursos de doadores privados para continuar a modernização do seu sistema editorial e tecnológico, reduzindo o recurso à utilização de fundos da Santa Sé. Os benfeitores que até agora doaram somas ao Dicastério para a comunicação vincularam as suas doações à realização de projetos específicos pré-determinados com a possibilidade de verificar a sua efetiva implementação.

As doações recebidas, graças à atividade de angariação de recursos realizada pelo Dicastério através da Fundação São João xxiii, tornaram possível, ao longo do período quinquenal 2015-2020 e sem custos para a Santa Sé, investimentos na modernização técnica e editorial, incluindo o projeto para a infraestrutura informática e técnica do Dicastério chamado Newsport e o projeto para a nova Master Control Room para a gestão e classificação de sinais integrados de rádio e televisão. Por fim, há que reconhecer que, especialmente durante o confinamento de 2020, bem como durante o subsequente período da pandemia, estas atualizações permitiram-nos continuar e até melhorar os nossos serviços com o trabalho deslocalizado, com a máxima segurança.

Qual é o resultado em termos de redução das despesas?

Os resultados agregados do Dicastério para a comunicação e da Tipografia vaticana — Editrice L’Osservatore Romano mostram uma redução do défice económico, alcançado em 31 de dezembro de 2019, de cerca de 6,9 milhões de euros em comparação com o valor inicial de 2014, uma redução que, com base em estimativas não definitivas, em 2020, aumenta para um montante de cerca de 7,2 milhões de euros.

O resultado obtido torna-se ainda mais importante se considerarmos as dificuldades objetivas ligadas à situação económica desfavorável que agravou, por exemplo, todo o sector editorial.

A realização dos objetivos estabelecidos foi possível graças à implementação de uma política cuidadosa de controlo de custos que envolveu tanto os custos de pessoal como as despesas operativas necessárias para o funcionamento do próprio Dicastério.

No final do exercício de 2019, a poupança total acumulada pelo Dicastério para a comunicação durante o período 2015-2019 ascendeu a aproximadamente 16,6 milhões de euros; isto representa o montante total que a Santa Sé poupou durante o período de cinco anos como resultado da reforma implementada.

Na sua Mensagem para o Dia mundial das comunicações sociais de 2021, o Papa Francisco convidou a «comunicar encontrando as pessoas onde estão e como são». De que modo o Dicastério trabalha para promover este tipo de narração?

O Papa diz frequentemente que a fé é transmitida em dialeto. Falar a língua dos nossos ouvintes pode parecer secundário. Certamente não é uma coisa vistosa. É um trabalho humilde. Mas fundamental. Acredito que no nosso falar tantas línguas (na insistência de procurar fazer-nos “tudo para todos”) se encontra a resposta para a pergunta. É desta forma que com os nossos limites, as nossas imperfeições, a ajuda de Deus, das irmãs e irmãos, procuramos responder à chamada de ver, testemunhar, unir o que está dividido, indo onde mais ninguém vai. Devemos fazer isto com humildade, sem vanglória. Com simplicidade. Com a paciência de quem semeia. Com isto acredito que seremos reconhecidos. A informação do Vaticano não é informação de Palácio. O nosso esforço é construir uma rede de partilha, uma rede que se une, uma rede livre de preconceitos; que cultiva a beleza do nós.

O desenvolvimento das tecnologias mediáticas continua e continuará no futuro a orientar e condicionar os “modos” de comunicação e informação. Como se vê projetado neste cenário o Dicastério?

Com a certeza e a paciência que vêm da fé.

Com a confiança de poder contar com o apoio, a ajuda, os conselhos, a proximidade, a criatividade de milhões de católicos em todo o mundo.

O que nos caracteriza é a consciência, gravada no nosso adn, de sermos uma grande comunidade internacional, multicultural; unida pelo seu estar ao serviço da missão do Papa, pela tarefa de levar a sua palavra ao mundo, nas línguas do mundo.

A nossa fronteira é falar a linguagem do tempo, resgatando-a da monotonia de uma comunicação sem profundidade.

A nossa mansa ambição é fazer com que as muitas pessoas que nos seguem, e hoje são milhões também através da web e das redes sociais, se sintam protagonistas na linha da frente nessa aventura coletiva que é a história atual; e que precisa de uma leitura cristã para ser compreendida. Em síntese, envolvê-los em vez de os deixar apenas como espetadores. Criar um verdadeiro laço entre eles e nós e, através de nós, entre eles e o Papa.

Esta é a nossa missão!

Alessandro De Carolis