· Cidade do Vaticano ·

Para uma teologia das férias

Não só de “fazer” viverá o homem

27 julho 2021
Overbo “fazer” é o verbo ao qual estamos mais afeiçoados. Gostamos tanto dele que por ele estamos dispostos a sacrificar até o verbo “ser”. Fazer é o nosso modo de não pensar demais, de não entrar em nós mesmos, de não encarar as situações sérias da vida. O fazer dá-nos satisfação imediata, leva a sério a nossa necessidade inata de confirmação, de satisfação. O fazer torna-se muitas vezes a nossa religião. Se quiséssemos usar uma imagem querida a Santo Inácio, deveríamos dizer que usamos o fazer para não cair em desolação. Mas às vezes é necessário entrar no vazio, na falta que habita em nós. É a famosa necessidade de fome, ...

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