· Cidade do Vaticano ·

Sonhar como uma única humanidade

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20 julho 2021
Omeu pai, um homem extraordinário e amoroso, faleceu repentinamente em junho de 2020. Isto deixou a minha mãe e nós seis filhos com o coração partido. Depois, em março, no aniversário do meu pai, a minha querida mãe também faleceu de forma totalmente inesperada. Ainda é difícil para mim assimilar tudo; parece que estou a viver num romance em cuja trama não acredito. A força do luto abala e desorienta; os fundamentos que eu outrora considerava sólidos tornam-se porosos, as ideias que outrora defendias firmemente começam a escapar das mãos. O luto também traz uma grande e tremenda fome de respostas, de tranquilidade, de consolo. Essa fome quase nunca é saciada. Foi neste estado emocional que li a encíclica ...

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