· Cidade do Vaticano ·

Boas as condições de saúde do Pontífice após a operação na tarde de domingo passado

Bons votos e preces
do mundo inteiro

cq5dam.thumbnail.cropped.500.281.jpeg
07 julho 2021

O Papa Francisco «está em boas condições gerais, consciente e respira espontaneamente», depois da «cirurgia para a estenose diverticular realizada na tarde de 4 de julho», que «exigiu uma hemicolectomia esquerda e durou cerca de três horas», declarou na manhã de 5 de julho o diretor da sala de imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, acrescentando que para o Pontífice «está prevista uma hospitalização de cerca de sete dias, a não ser que haja complicações». No domingo foi ainda Matteo Bruni quem anunciou que «à tarde Sua Santidade» tinha sido internado na Policlínica Agostino Gemelli em Roma para «uma cirurgia programada» no cólon, anunciando um novo “boletim médico” após a operação. E assim, por volta da meia-noite o diretor da sala de Imprensa informou que Francisco tinha «reagido bem» à operação, à qual fora «submetido à tarde». O médico pessoal do Papa Francisco assistiu à cirurgia.

O bispo de Roma recebeu mensagens de bons votos do mundo inteiro, especialmente através das redes sociais e dos canais institucionais de chefes de Estado e de Governo, personalidades políticas e diplomáticas, simples fiéis e líderes religiosos: a lista daqueles que transmitiram o seu encorajamento é deveras longa. Entre eles, o patriarca ecuménico Bartolomeu, que se dirigiu «ao meu querido irmão», orando ao Senhor com as palavras do Apóstolo Paulo — «a fraqueza de Deus é mais forte que os homens» (1 Cor 1, 25) — para continuar a «cumprir juntos a missão indispensável da unidade, para a qual Cristo nos chama»; e o grão-imã de Al Azhar, Sheikh al-Tayyeb, com a esperança de uma rápida recuperação, que restitua à sua missão a favor da humanidade aquele que, também ele, definiu «amado irmão». A invocação de «que o Senhor o sustente com a ternura do seu amor» veio, depois, do Centro anglicano de Roma, com os «desejos de imediata recuperação», assegurados pela Comunidade judaica de Roma através do rabino-chefe Riccardo Di Segni.