· Cidade do Vaticano ·

Agir agora para o futuro

cq5dam.thumbnail.cropped.500.281.jpeg

Dicastério para o serviço do desenvolvimento humano integral (Dsdhi)

16 junho 2020

Comissão vaticana Covid-19 — Trabalhos od grupo 1


Há «a ação comum da Igreja», destinada a enfrentar as várias frentes de crise abertas pela pandemia, no trabalho que, há mais de dois meses, empenha a Comissão do Vaticano para a Covid-19, nascida após o pedido do Papa Francisco — a 20 de março passado — ao Dicastério para o serviço do desenvolvimento humano integral (Dsdhi) para criar um organismo, em colaboração com outras realidades da Cúria romana e instituições católicas, para expressar a sua solicitude e amor por toda a família humana face à emergência do coronavírus, sobretudo através da análise e reflexão acerca dos desafios socioeconómicos e culturais do futuro e da proposta de orientações para os enfrentar.

Subdividida em cinco Grupos (1, agir agora para o futuro; 2, olhar para o futuro com criatividade; 3, comunicar a esperança; 4, procurar o diálogo e reflexões comuns; 5, apoiar para preservar), a comissão e os seus objetivos foram apresentados em 27 de março ao Papa, a quem são chamados a prestar contas os coordenadores da direção única dos vários Grupos, compostos pelo cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson, prefeito do Dsdhi; pelo secretário, monsenhor Bruno-Marie Duffé; e pelo secretário adjunto, padre Augusto Zampini.

A partir da edição de 6 de junho o diário “L’Osservatore Romano” começa a publicar uma série de artigos sobre o difícil caminho percorrido pela Igreja para assegurar proximidade às mulheres e homens atingidos de várias formas pelo vírus. Uma narração feita através de entrevistas, crónicas e testemunhos recolhidos diretamente das pessoas — sacerdotes, religiosos e voluntários — em primeira linha nesta frente.

Agora o objetivo centra-se em particular no primeiro Grupo, que — coordenado pelo Dicastério em cooperação com a Caritas Internationalis — se dedica à escuta e ao apoio às Igrejas locais, para as tornar protagonistas das situações em que vivem. Com o lema “Ninguém se salva sozinho”, ele colabora com as iniciativas de solidariedade promovidas por outras entidades da Santa Sé: Esmolaria apostólica, Pontifícias obras missionárias e farmácia do Vaticano.