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Vozes de esperança do Iraque

«Liberdade de voltar em segurança para as próprias casas; garantia de todos os direitos civis e não tratamento como cidadãos de segunda categoria; oração e apoio do Papa e da Igreja universal».

Eis «as três prioridades para os cristãos iraquianos» expostas esta manhã ao Papa pelo arcebispo caldeu de Mosul, D. Amel Shamon Nona. Ao seu lado, na praça de São Pedro para a audiência geral, estava o amigo «Nikodemos, arcebispo sírio-ortodoxo de Mosul». E «juntos – explica D. Nona – queremos testemunhar a unidade e a esperança dos cristãos no Iraque: trabalhamos lada a lado sem distinções entre católicos e ortodoxos».

Os dois pastores apresentaram a Francisco «a dramática realidade dos refugiados cristãos, o nosso povo foi obrigado a abandonar tudo, casas, terras e propriedades para tentar sobreviver». Mas «também as nossas igrejas se esvaziaram e para rezar juntos reunimo-nos, cada vez, onde é possível».

Nesta situação tão difícil, os cristãos iraquianos olham com muita esperança para o Papa e «esperam – disse D. Nona – a sua bênção e encorajamento para que não se sintam sozinhos, abandonados». Mas para encontrar uma saída que, frisaram os dois prelados, «deve prever soluções que considerem as injustiças sofridas e garantam um novo cenário de referência social e político para todo o Iraque». A dar voz às questões complexas da região, estava presente na audiência também Marzouq Ali Mohammed Al-Thunayan Ghanim, speaker da assembleia nacional do Kuwait.

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21 de Agosto de 2019

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