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Voz dos refugiados sírios

· Audiência à delegação da Comunidade Papa João XXIII ·

Há cinco anos alguns membros da comunidade Papa João XXIII vivem, como voluntários da “operação pomba”, num campo de refugiados sírios no norte do Líbano. Compartilham as suas tendas, a sua vida diária, e com ela todas as privações às quais são obrigados: falta de serviços basilares, de liberdade de movimento, de acesso à saúde e à educação.

Na manhã de 15 de junho, uma delegação da comunidade foi recebida em audiência pelo Pontífice, ao qual apresentou os detalhes de um projeto de paz proposto pelos próprios refugiados do campo e da aldeia de Tel Abbas, a cinco km da fronteira com a Síria.

Os voluntários fizeram-se voz de quantos, geralmente, não são ouvidos pela comunidade internacional e pedem para poder regressar à própria terra, numa região segura e neutra, sem conflitos. Em particular, na aspiração comum a poder chegar quanto antes ao fim da guerra, os refugiados reivindicam o direito de fazer ouvir a própria voz: «Nas negociações de Genebra — escrevem — sejam representados também os civis que rejeitaram a guerra» e que, por isso, são obrigados a fugir e a sofrer todos os tipos de humilhação.

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24 de Outubro de 2019

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