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A verdadeira porta escancarada

· Com uma missa na praça de São Pedro o Papa concluiu o jubileu extraordinário ·

Com a imagem do Papa Francisco que fecha os pesados batentes da porta santa da basílica vaticana concluiu-se solenemente na manhã de domingo 20 de novembro, o jubileu extraordinário. Mas «permanece sempre escancarada para nós a verdadeira porta da misericórdia, que é o Coração de Cristo», salientou o Pontífice celebrando na praça de São Pedro a missa da solenidade de Cristo Rei do universo.

Na homilia o Papa, frisando que a realeza de Jesus se manifestou na cruz, chamou a atenção da Igreja contra a tentação de procurar «as seguranças gratificantes oferecidas pelo mundo. Quantas vezes — constatou — a força de atração do poder e do sucesso parecia um caminho fácil e rápido para propagar o Evangelho». Ao contrário, «este ano da misericórdia convidou-nos a voltar ao essencial». Por isso, exortou «a redescobrir o rosto jovem e bonito da Igreja, que resplandece quando é acolhedora, livre, fiel, pobre de meios e rica de amor, missionária».

Depois, referindo-se ao bom ladrão que aparece na cena da Paixão, o Papa observou que «Deus está pronto para cancelar completamente e para sempre o pecado, porque a sua memória não grava o mal cometido e nem sempre tem em consideração as injustiças sofridas, como a nossa». Então, é necessário pedir «a graça de nunca fechar as portas da reconciliação e do perdão».

No final da missa, o Pontífice assinou a carta apostólica Misericordia et misera dirigida à Igreja inteira para continuar a viver a misericórdia experimentada durante o jubileu.

Homilia do Papa

Edição em papel

 

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Praça De São Pedro

12 de Novembro de 2019

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