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Uma resposta não retórica aos prófugos

· Declaração dos bispos da Papua-Nova Guiné ·

A questão dos prófugos e dos requerentes de asilo na Papua-Nova Guiné e na vizinha Austrália está a tornar-se cada vez mais complicada e difícil de administrar. Nos dias passados, a Conferência episcopal da Papua-Nova Guiné e das Ilhas Salomão expressou profunda preocupação pelo destino de milhares de pessoas inocentes. «É necessário dar uma resposta autenticamente humana à difícil questão dos prófugos. Os requerentes de asilo – lê-se numa declaração dos bispos, difundida pela agência Fides – são seres humanos que merecem respeito e o reconhecimento da sua dignidade». Na nota, os prelados dizem que ficaram «consternados ao saber das recentes desordens na prisão em Manus Island», onde um imigrado iraniano foi assassinado e outros ficaram feridos.

Também o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Unhcr) expressou profunda preocupação pelos recentes conflitos na ilha de Manus. De facto, a agência da Onu está a debater com o Governo australiano o episódio e acolheu favoravelmente o compromisso deste último a esclarecer as vicissitudes.

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20 de Outubro de 2019

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