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Uma palavra de esperança

Entre as muitas palavras fortes que ressoaram no sábado 5 de Julho durante a intensa visita do Papa Francisco a Molise, uma em particular sintetiza todas: esperança, à qual fizeram referência na manhã em Campobasso os representantes do mundo do trabalho, sufocado pela crise que nesta pequena região pesa talvez mais do que noutros lugares sobre numerosas famílias e o seu futuro, acima de tudo dos jovens, que não querem renunciar à esperança, como disseram ao Pontífice no encontro realizado na parte da tarde no santuário de Nossa Senhora das Dores, de Castepetroso. Aquela esperança à qual se agarraram, confiando-a ao Papa, os detidos do cárcere de Isernia, certos de serem ouvidos, de encontrar uma voz autorizada à qual entregar o desejo do próprio resgate.

Assim aconteceu. O bispo de Roma fez suas as preocupações de todos. E se na manhã tinha relançado com força o apelo pela dignidade do trabalho, à tarde encheu de sentido antes as expectativas dos jovens e depois dos detidos, tornando-se porta-voz das suas aspirações de reinserção na sociedade.

Portanto, uma visita rica de mensagens e de sinais capazes de falar até mais do que as palavras. E o Pontífice não se poupou nesta longa jornada, que se concluiu em Isernia com a abertura do ano jubilar celestiniano, durante a qual pôde apreciar o acolhimento generoso e entusiasta de um povo inteiro. Calcula-se que entre Campobasso, Castelpetroso e Isernia o saudaram mais de cento e cinquenta mil pessoas: metade da população de Molise. Um testemunho de afecto enorme que não passou despercebido ao Papa Francisco e que ele quis realçar na manhã seguinte, durante o Angelus de domingo: «Foi uma recepção fervorosa, animada, que nunca vou esquecer».

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25 de Agosto de 2019

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