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Uma ilha de esperança

· Chegada a Santiago e Cuba depois da despedida do México ·

Cuba, ilha de maravilhas e piratas, ilha de Márquez e de Hemingway, de Fidel Castro e Che Guevara, de Felix Varela e José Martí, encanto e desilusão, mito para alguns, prisão para outros,  hoje descobriu-se também ilha da esperança. Uma esperança germinada e desabrochada no grande abraço que reservou ao Padrecito blanco, vindo no sinal de Maria exactamente para celebrar aquela que se assemelha com uma nova primavera.

São os ingredientes do encontro muito desejado  dos cubanos com o Papa que chegou a Santiago de Cuba,  na memória daqueles dias de Janeiro de 1998, quando João Paulo II, naquela mesma Praça da Revolução na qual Bento XVI celebrará na manhã de quarta-feira em Havana a sua segunda missa na ilha, alimentou a lâmpada de uma fé talvez escondida, mas que nunca se apagou. A mesma fé que acompanhou, acompanha e acompanhará o povo cubano no caminho rumo a um futuro que todos desejam  melhor, apesar das renúncias mais ou menos obrigatórias, dos desafios velhos e novos e dos muitos sacrifícios que ainda tem que enfrentar.

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23 de Setembro de 2019

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