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​Uma esperança de paz
para a martirizada Síria

· Apelo do Papa no Angelus ·

O Papa acendeu um círio no final do Angelus para representar diante do mundo «a esperança de paz» na Síria, martirizada por oito anos de guerra. Após a oração mariana, recitada ao meio-dia de 2 de dezembro, primeiro domingo de Advento, aderindo à iniciativa de “Ajuda à Igreja que sofre”, o Pontífice repetiu o mesmo gesto feito pelas crianças sírias e por numerosos fiéis em várias partes do mundo. «Esta chama de esperança e tantas pequenas chamas de esperança dissipem as trevas da guerra», auspiciou, convidando a rezar e a ajudar «os cristãos a permanecer na Síria e no Médio Oriente como testemunhas de misericórdia, de perdão e de reconciliação».

«A chama da esperança — prosseguiu — alcance também todos aqueles que, nestes dias, sofrem conflitos e tensões em várias outras partes do mundo, próximas e distantes. A oração da Igreja os ajude a sentir a proximidade do Deus fiel e toque cada consciência, por um compromisso sincero a favor da paz». E o Senhor, acrescentou, «perdoe quantos promovem a guerra, aqueles que fabricam armas para se destruírem, e converta o seu coração».

Também no dia seguinte, recebendo em audiência os membros da associação “Rondine – Cittadella della pace” (Andorinhas – Cidadela da paz), o Pontífice voltou a condenar a lógica da guerra, recomendando a formação de «líderes de paz» que trabalhem para promover o bem comum e o diálogo entre os povos do mundo.

Angelus

Discurso à associação Rondine – Cittadella della pace

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14 de Outubro de 2019

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