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Um canteiro aberto no mundo

· À Congregação para a Educação Católica o Papa recorda a importância do diálogo com as diversas «almas» da sociedade ·

«A educação católica é um dos desafios mais importantes da Igreja», sobretudo num momento como o actual, no qual se sente a necessidade de um impulso decisivo para a nova evangelização. Um compromisso – frisou o Papa Francisco ao receber, na manhã de quinta-feira, 13 de Fevereiro, os participantes na plenária da Congregação para a Educação Católica – que deve ser assumido num contexto histórico e cultural em transformação contínua. Precisamente por isso o Pontífice quis chamar a atenção da plenária para alguns aspectos sobre os quais apostar para um confronto construtivo com as diversas «almas» desta sociedade multicultural.

Entretanto o diálogo, fundamental na obra educativa. Jesus, recordou o Pontífice, iniciou a anunciar o Evangelho na Galileia, «encruzilhada de pessoas diversas por raça, cultura e religião». Um ambiente, frisou, semelhante ao que apresenta o mundo de hoje. Portanto, é necessário «levar a identidade católica a encontrar-se com as diversas “almas” da sociedade multicultural».

Depois, há a questão dos formadores. Um tema sobre o qual «não se pode improvisar», advertiu o Papa antes de delinear a figura do educador e da sua tarefa específica. Uma observação sobre todas as outras: «a coerência – repetiu – é um factor indispensável na educação», principalmente na educação dos jovens. É necessário investir, acrescentou, na formação dos professores e directores para que seja sempre clara e forte a sua profissionalidade, mas também «a sua fé e a força das suas motivações espirituais». Por isso sugeriu «a necessidade de retiros espirituais para formadores».

Enfim, o Papa evidenciou a importância da presença das instituições educativas católicas. È preciso garantir que «não se isolem do mundo» mas que saibam entrar em diálogo com todas as culturas. Neste sentido, concluiu, devemos considerar a educação como «um grande canteiro aberto no qual a Igreja está presente».

O texto integral do discurso do Papa 

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24 de Agosto de 2019

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