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Três periferias

· Francisco pede para rezar pela Europa, pela China e pelo próprio Papa ·

E recorda que a Igreja deve ser sinal de proximidade para quem sofre

A velha Europa, a China e o próprio Papa são três periferias que, por diversos motivos, têm particular necessidade de orações. E estas orações Francisco pediu-as aos jovens bispos dos territórios dependentes da Congregação para a evangelização dos povos. 

Encontrando na manhã de sábado, 20 de Setembro, os prelados ordenados no último ano que participam num seminário de actualização promovido por Propaganda Fide, o Pontífice entregou-lhes o discurso preparado e – improvisando algumas palavras em resposta às do cardeal prefeito Fernando Filoni – falou da Europa, como de «um continente um pouco envelhecido». Por isso afirmou que «as Igrejas novas devem» apoiá-la «com orações e com a ajuda, para que se recupere». A segunda periferia recordada pelo Pontífice é a China. «Devemos rezar também pela Igreja da China, pelos novos bispos da China. Rezemos para que as coisas possam correr bem e para que esta periferia possa vir a fim de nos encontrarmos todos». Por fim a última “periferia” é o próprio Papa. «Rezai também por mim», concluiu. Na tarde de sexta-feira o Santo Padre recebeu na Sala Paulo VI os participantes num encontro sobre o «projecto pastoral de Evangelii gaudium», frisando que a Igreja deve ser «sinal de proximidade, bondade, solidariedade e misericórdia».

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22 de Agosto de 2019

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