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Transparente, simples e eficiente

· Publicado o balanço de 2013 e iniciada a segunda fase de reforma do Ior ·

Um instituto transparente, simples, eficiente, em sintonia com todas as outras estruturas da Santa Sé, que «com o apoio do Santo Padre e do Conselho de cardeais estamos a criar» para quantos «servem a missão da Igreja católica». É o perfil do Instituto para as obras de religião (Ior) que emergirá da reforma iniciada pelo Papa Francisco em Maio de 2013, traçado pelo cardeal George Pell, prefeito da Secretaria para a economia, na declaração que acompanha o comunicado sobre os resultados do balanço de 2013 do Instituto, publicado na manhã de terça-feira, 8 de Julho.

No comunicado, anuncia-se, entre outros, que «acabou a primeira fase operativa» da reforma e agora «depois da confirmação da missão do Ior expressa pelo Santo Padre a 7 de Abril de 2014 e sob a direcção da Secretaria para a economia e do seu Conselho, foi designado um plano que traça o futuro do Instituto». Portanto, está para iniciar a segunda fase da renovação. «A Secretaria para a economia e a Comissão cardinalícia de vigilância do Ior – lê-se a este propósito no comunicado – estabeleceram em conjunto e de forma unânime que o plano em questão deverá ser actuado por um Conselho e um staff dirigente de nova nomeação, sob uma governação renovada». O encontro para conhecer os nomes do novo staff foi estabelecido para amanhã, quarta-feira 9 de Julho, na Sala de imprensa da Santa Sé, onde durante uma conferência de imprensa, serão também fornecidas «actualizações sobre os elementos-chave» da segunda fase da reforma.

O documento publicado hoje de manhã – o texto completo pode ser lido no site www.ior.va – subdivide-se em quatro partes explicativas. A primeira contém informações sobre o trabalho desenvolvido durante a fase inicial da reforma (2013-2014), a segunda consiste numa avaliação da performance operativa, considerada «satisfatória em 2013»; depois, passa-se ao exame da primeira metade de 2014, na qual se obtiveram «bons resultados económicos». Por fim, fornecem-se informações a propósito da segunda fase da reforma, com a garantia de que «o Ior continuará a servir a Igreja católica no mundo». 

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16 de Outubro de 2019

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