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A teologia do plano B

· ​Quarta e quinta meditação dos exercícios espirituais ·

A partir do suicídio de Judas – «um facto histórico incómodo e embaraçoso com o qual a Igreja não tem medo de fazer as contas» – nasceu «uma obra de misericórdia»: com as trinta moedas, que tentou inutilmente devolver aos sacerdotes, «acabaram, de facto, por construir um cemitério para a sepultura dos estrangeiros» em Jerusalém. Foi precisamente sobre a «delicada questão» do suicídio de Judas e acerca da «sua perda da fé no Senhor», que o padre Giulio Michelini falou ao Papa e aos seus colaboradores da Cúria romana na manhã de quarta-feira, 8 de março, na quinta meditação dos exercícios espirituais, em curso na Casa Divin Maestro em Ariccia. Para o pregador – que recebeu um e-mail de testemuno por parte de um irmão de hábito, pároco em Alepo, no qual descreve o calvário da população – é significativo que aquele sangue, contrariamente às acusações antijudaicas de deicídio, movidas sobretudo a partir do século V, não recaiam «sobre a cabeça de Israel» mas no campo comprado com o sangue de Cristo que se tornou, portanto, «obra de misericórdia».

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24 de Outubro de 2019

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