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Também quem erra merece ser amado

· No Angelus o Papa recorda que Deus nos ensina a querer sempre e só o bem ·

Quando o amor de Deus ganha raízes no coração, o homem torna-se capaz de amar também aquele que não o merece. Disse o Papa no Angelus de domingo 5 de Novembro, na praça de São Pedro, repropondo o ensinamento evangélico de Jesus «sobre o maior dos mandamentos, o mandamento do amor, que é duplo: amar a Deus e amar ao próximo».

Bento XVI recordou que só «quem vive numa relação profunda com Deus» pode pôr plenamente em prática o mandamento do amor: «Precisamente como a criança – explicou – se torna capaz de amar a partir de uma boa relação com a mãe e com o pai». De facto, o amor não é só um mandamento, «é um dom, uma realidade que Deus nos faz conhecer e experimentar, de modo que, como semente, possa germinar também dentro de nós».

«De Deus – disse ainda o Pontífice – nós aprendemos a querer sempre e só o bem do próximo e nunca o mal». De resto, acrescentou, também um pai e uma mãe «não amam os filhos só quando o merecem: amam-nos sempre, mesmo se naturalmente lhes fazem compreender quando erram». De igual modo o cristão, é chamado a olhar para o outro não só com os próprios olhos mas «com o olhar de Deus, que vai além das aparências e consegue colher as expectativas profundas do outro».

Portanto, o amor a Deus é inseparável do amor ao próximo, segundo o ensinamento de Jesus. O qual – esclareceu o Papa - «não inventou nenhum dos dois, mas revelou que eles são, no fundo, um único mandamento, e fê-lo não só com palavras, mas sobretudo com o seu testemunho».

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24 de Outubro de 2019

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