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Somos nós verdadeiros cristãos?

· Cinquenta anos após a viagem de Paulo VI à Terra Santa ·

«Nós vamos lá, para os lugares do Evangelho; e imediatamente o Evangelho se nos apresenta espiritualmente ao nosso redor, como se Jesus ainda estivesse ali, diante de nós: menino em Belém, adolescente e operário em Nazaré, mestre e profeta na Galileia, depois em Jerusalém, devido como sabeis ao grande drama da sua Paixão e do seu triunfo»: assim Paulo VI, durante a audiência de 15 de Janeiro de 1964, recordava a peregrinação à Terra Santa, que se concluiu nove dias antes.

«É uma espécie de comparação – prossegue o Papa Montini – entre ele, o Mestre divino, e nós; uma necessidade de estabelecer, de verificar a relação que existe entre Jesus e o nosso ser; uma pergunta, que nasce na alma, silenciosa, mas que atormenta: somos nós verdadeiros cristãos? Será que a nossa vida se identifica com a sua, como foi para são Paulo, que podia dizer de si mesmo: “para mim viver é Cristo” (Fl, 1, 21)?».

Além deste texto, publicado no diário de hoje repropomos dois trechos. O primeiro é um ulterior balanço da viagem histórica: trata-se do excerto surpreendente que a teóloga Adriana Zarri escreveu para L'Osservatore della Domenica de 12 de Janeiro de 1964. O segundo é um artigo de Jean Guitton: publicado em L'Osservatore Romano do dia 1 de Janeiro, que apresentava aos leitores a peregrinação que estava prestes a iniciar.

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25 de Fevereiro de 2020

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