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Soluções diplomáticas para os conflitos

· O Papa Francisco reafirmou que só com o diálogo e a negociação se pode resolver a tragédia humana da população síria. ·

Na audiência geral repropôs a imagem da Igreja como mãe misericordiosa

Soluções diplomáticas e políticas para apagar os «focos de guerra que ainda preocupam». Foi o novo apelo ao diálogo e à negociação dirigido pelo Papa Francisco aos responsáveis das nações a fim de que seja restituída a paz «aos lugares mais atormentados do nosso planeta». E por isso – repetindo os votos formulados pelo Conselho Ecuménico das Igrejas – durante a audiência geral de quarta-feira, 18 de Setembro, o Pontífice exortou os católicos a unirem-se à oração de todos os cristãos no dia 21 de Setembro, data em que, como todos os anos, as Nações Unidas celebram o dia internacional da paz.

O pensamento do Santo Padre dirigiu-se imediatamente «à querida população síria, cuja tragédia humana  –  afirmou – só pode ser resolvida com o diálogo e a negociação, no respeito pela justiça e a dignidade de todas as pessoas, especialmente as mais débeis e indefesas». Fizeram-lhe eco os slogans reproduzidos em dezenas de letreiros trazidos pelos fiéis à praça de São Pedro para confirmar a adesão aos ideais que inspiraram o dia de oração e de jejum de sábado, 7 de Setembro.

Portanto, tratou-se de mais um convite à paz que brotou do coração da Igreja. Uma Igreja que o Papa Francisco quis também hoje apresentar como mãe, «porque – explicou – parece que esta imagem  nos diz não só como  a Igreja é mas também o rosto que ela deveria ter  sempre mais».

E «uma mãe – acrescentou – sabe o que é importante para que um filho caminhe bem na vida e não aprendeu nos livros mas com o próprio coração. A Universidade das mães é o seu coração!  Com ele aprendem como educar os próprios filhos». A Igreja «faz a mesma coisa»: é como uma «mãe misericordiosa, que compreende, que procura ajudar sempre, encorajar inclusive os filhos que erraram e que erram»; não julga «mas oferece o perdão de Deus, oferece o seu amor que exorta a retomar o caminho  também àqueles seus filhos que caíram num abismo profundo»; e «não teme entrar na sua noite para dar esperança; a Igreja não tem medo de entrar na nossa noite quando estamos na  escuridão da alma e da consciência, para nos dar esperança». No final, o Papa dirigiu um pensamento a todas as «queridas mães: quanto rezais pelos vossos filhos, sem vos cansar! Continuai a rezar, a confiar os vossos filhos  a Deus; Ele tem um coração grande».

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27 de Janeiro de 2020

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