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Sob o mesmo tecto

· As diferenças teológicas não impedem a unidade em Cristo ·

Actualmente, entre cristãos separados em inúmeras confissões, corremos o risco de permanecer numa coexistência tranquila. Como se pode ir em frente?

Em Taizé surpreendemo-nos ao constatar que os jovens que passam juntos alguns dias nas nossas colinas, ortodoxos, protestantes e católicos, sentem-se profundamente unidos sem aliás reduzir a sua fé a um mínimo denominador comum nem proceder a um nivelamento dos seus valores. Pelo contrário, aprofundam a própria fé. A fidelidade à sua origem coabita com uma abertura a pessoas diferentes entre elas. De onde vem tudo isso? Do facto de que aceitaram viver sob o mesmo tecto e de se dirigirem juntos rumo a Deus. Se isto é possível em Taizé, porque não deveria sê-lo também alhures?

Então gostaria de encontrar as palavras justas para perguntar aos cristãos das diversas Igrejas: não há porventura um momento no qual seria necessário ter a coragem de viver juntos sob o mesmo tecto, sem esperar que todas as formulações teológicas sejam harmonizadas plenamente? Não é possível expressar a nossa unidade em Cristo – que não é dividido – constatando que as diferenças que permanecem na expressão da fé não nos dividem? Existirão sempre diferenças: elas precisarão de debates sinceros, mas muitas vezes poderão também ser um enriquecimento.

irmão Alois

O texto integral (link à versão italiana)

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20 de Outubro de 2019

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