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Sinal de contradição

· O Papa Francisco pede aos religiosos um testemunho profético e a um congresso ecuménico indica a via mestra da unidade ·

«É possível viver juntos como irmãos na diversidade»: testemunha-o hoje a escolha de vida consagrada, autêntico «sinal de contradição» num mundo dominado pelo individualismo e pelo subjectivismo.

Ao relançar esta dimensão o Papa Francisco pediu aos participantes na assembleia nacional da conferência italiana dos superiores maiores – recebidos na manhã de sexta-feira, 7 de Novembro – que sejam artífices da «profecia verdadeira», que, recordou, «não é um confronto com as instituições» nem um comportamento ideológico ou na moda, mas «coincide com a santidade». E deste modo faz circular na Igreja e na sociedade «a linfa da fraternidade», que pressupõe a consciência de sermos pecadores e a capacidade de pedirmos e oferecermos o perdão. Inclusive quando há motivos de contraste entre irmãos, acrescentou, é melhor acabar «aos murros» do que alimentar «o terrorismo dos mexericos».

Sobre fraternidade como «sinal luminoso e atraente da nossa fé em Cristo», o Pontífice falou também aos participantes do congresso ecuménico de bispos amigos do Movimento dos focolares, evocando a «via mestra» da unidade como resposta «às muitas problemáticas e aos dramas do nosso tempo».

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20 de Agosto de 2019

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