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Semeadores de mudança

· O Papa exortou os movimentos populares a comprometer-se a fim de contrastar a tirania do dinheiro que gera desigualdade e violência ·

«Peço-vos que continueis a abrir caminhos e a lutar» porque «este nosso diálogo, que se une aos esforços de muitos milhões de pessoas que trabalham diariamente pela justiça em todo o mundo, está a enraizar-se».

Foi a exortação dirigida pelo Papa Francisco aos participantes no terceiro encontro mundial dos movimentos populares, recebidos em audiência na Sala Paulo VI, na tarde de sábado 5 de novembro. Aos mais de três mil representantes de realidades e organizações de sessenta países do mundo, o Pontífice dirigiu o convite a rebelar-se «contra o ídolo dinheiro que reina em vez de servir, tiraniza e terroriza a humanidade», exortando a trabalhar para fazer cair os muros do medo e construir pontes de solidariedade e de fraternidade. Falando em particular sobre o drama dos migrantes, Francisco voltou a denunciar a «falência da humanidade» que se consuma na pele de quantos são obrigados a deixar a pátria para fugir de pobrezas e violências, enquanto se gastam «somas escandalosas» para salvar os bancos. O Papa fez um forte convite também a participar da vida pública e civil sem «se deixar subordinar» nem «corromper». De facto, para o Pontífice «é preciso viver a vocação de servir com um forte sentido de austeridade e de humildade». Porque, explicou, «o exemplo de uma vida austera ao serviço do próximo» tem «mais força do que mil palavras, do que mil folhetos, do que mil “gosto”, do que mil retweets, do que mil vídeos no youtube».

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25 de Agosto de 2019

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