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Sem fim

· Na audiência geral o Papa Francisco fala do horizonte que vai além da vida presente ·

Quem pratica a misericórdia não pode ter medo da morte

«A nossa vida não termina com a morte». A ressurreição de Jesus é a promessa da «imortalidade futura», invocada numa «bonita oração da Igreja», como recordou o Pontífice na audiência geral de quarta-feira 27 de Novembro, na praça de São Pedro.

Mas o primeiro pensamento do Papa Francisco foi hoje dedicado aos mais de setenta mil fiéis que desafiaram o frio pungente deste fim de Outono romano: «Parabéns – disse com efeito – porque sois corajosos com este frio na praça. Muitos parabéns». Depois anunciou a próxima conclusão das catequeses sobre o Credo, com a reflexão sobre o tema da ressurreição da carne, interpretado segundo os dois aspectos propostos pelo Catecismo da Igreja católica «o nosso morrer – explicou o Pontífice – e o nosso ressurgir em Jesus».

Hoje falou sobre o primeiro aspecto esclarecendo imediatamente como é errado o nosso modo de ver a morte. Primeiro não é uma ameaça que interrompe qualquer aspiração nossa e por isso mesmo «não é o fim de tudo». Aliás, contra esta «falsa solução o coração do homem  revolta-se». Há «um instinto poderoso dentro de nós – afirmou o Santo Padre   -   que nos diz que a nossa vida não termina com a morte». Devemos confiar em Jesus que ressuscitou prometendo-nos a vida eterna. Trata-se, ao contrário, de se preparar para o encontro «directo com o seu rosto» que, garantiu o Pontífice, «é a coisa mais bonita que nos pode acontecer».

Como faz muitas vezes, para tornar mais claros os conceitos que estava a expressar o Papa deu vida a uma espécie de diálogo com o povo,  propondo uma série de perguntas e respostas simples, directas  e significativas: «Como nos preparamos para este encontro» com Cristo? «Estando próximos de Jesus». E «como se está próximo de Jesus?». Naturalmente «com a oração, nos sacramentos» mas também e sobretudo «na prática da caridade». Aliás «quem pratica a misericórdia – repetiu várias vezes convidando directamente os fiéis a fazê-lo com ele – não teme a morte».

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27 de Janeiro de 2020

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