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Se não houvesse religiosas

· O Papa Francisco celebrou o dia dos consagrados e no Angelus lançou um apelo em defesa da vida e dirigiu um pensamento às populações atingidas pelo mau tempo ·

«Pensemos um pouco no que aconteceria, se não houve religiosas nos hospitais, nas missões e nas escolas». Aos fiéis reunidos na praça de São Pedro para o Angelus de domingo 2 de Fevereiro, festa da Apresentação do Senhor, o Papa dirigiu estas palavras improvisadas para frisar a importância das pessoas consagradas na vida da Igreja e do mundo.

«Há muita necessidade — acrescentou — destas presenças, que fortalecem e renovam o compromisso da propagação do Evangelho, da educação cristã, da caridade aos necessitados e da oração contemplativa; o compromisso a favor da formação humana, da formação espiritual dos jovens e das famílias, o compromisso pela justiça e pela paz na família humana».

Ao testemunho dos religiosos e das religiosas, o Pontífice dedicou também a homilia pronunciada pouco antes na basílica de São Pedro para a celebração do dia da vida consagrada. Evocando a simbologia da apresentação de Jesus no templo, recordou que na experiência da consagração religiosa, «observância» e «profecia» não estão em oposição mas devem proceder juntas sob a guia do Espírito Santo.

Na conclusão do Angelus, o Papa lançou um apelo a favor do acolhimento e da promoção da vida humana em todas as suas fases, convidando os fiéis à solidariedade concreta para com as populações atingidas pelo mau tempo nalgumas regiões da Itália.

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20 de Outubro de 2019

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