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A sabedoria que liberta

· O Papa conclui a viagem ao Bangladesh exortando os jovens a não permanecer fechados em si mesmos ·

O Papa Francisco partiu do Bangladesh na tarde de sábado, 2 de dezembro, na conclusão da viagem à Ásia iniciada no Myanmar a 27 de novembro. 

O avião com o Papa a bordo descolou do aeroporto de Daca com destino a Roma – onde chegará por volta das 23h00 – no final de um dia ritmado pelos dois últimos encontros públicos em terra bangladeshiana; com os sacerdotes, os religiosos e as religiosas, os seminaristas e as noviças, na igreja do Santo Rosário, e depois com os jovens, reunidos no Notre Dame College. Encontros que foram precedidos por uma comovedora visita realizada durante a manhã à “casa da compaixão” situada no bairro periférico de Tejgaon, onde as irmãs da Madre Teresa de Calcutá acolhem crianças, idosos, deficientes e doentes.

No discurso aos sacerdotes e aos consagrados – que Francisco improvisou depois de ter entregue aos presentes o texto já preparado – ecoou sobretudo o convite a não alimentar o «espírito de divisão» causado pelos mexericos e pelo carreirismo. Contra «os inimigos da harmonia», admoestou o Papa, é necessário testemunhar «a alegria do coração» e servir generosamente Deus e o próximo. Trata-se de recomendações que o Pontífice fez também às novas gerações do país, frisando a necessidade de «promover um clima de harmonia, no qual se dá a mão aos outros» independentemente das diferenças religiosas e sociais. Por conseguinte, apelou a saber «acolher e aceitar aqueles que agem e pensam diversamente de nós», rejeitando «as falsas promessas de liberdade» e chegando à autêntica «sabedoria que nasce da fé» e que permite sair de si mesmos para alcançar a liberdade autêntica. Com efeito, admoestou o Papa, «quando um povo, uma religião ou uma sociedade se tornam um “pequeno mundo”, perdem o melhor que têm e precipitam numa mentalidade presunçosa».

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24 de Outubro de 2019

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