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Retrato sóbrio

· o filme ·

Não existem muitos filmes sobre santa Teresa de Ávila. E provavelmente o melhor do qual permaneceu algum vestígio, embora seja difícil de encontrar, é a película espanhola Teresa de Jesus, dirigida por Juan de Orduña, em 1961. Pequena produção, ela representa um compêndio rápido e útil a respeito da vida da santa, embora não se possa dizer que seja completamente justa à sua envergadura humana e religiosa. Com efeito, o cineasta não dispõe dos meios para representar de forma adequada as suas iluminações espirituais, nem os seus tormentos interiores, quando é acusada pelos seus difamadores de se submeter a visões demoníacas. De qualquer maneira, permanece o retrato sóbrio e justamente pouco romanceado de uma mulher que soube lutar inclusive no plano político para defender as suas convicções contra um ambiente pelo menos céptico. E não obstante o roteiro do filme não tenha a capacidade de ampliar o horizonte sobre o contexto histórico da Igreja daquela época, do qual pelo menos em parte a figura da santa é obviamente o fruto, contudo consegue explicar de modo oportuno a sua necessidade de reforma da ordem carmelita, graças a um desígnio específico de ambientes e de personagens, assim como à inspirara interpretação de Aurora Bautista. (emilio ranzato

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21 de Agosto de 2019

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