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Responsabilidade para o mundo e o futuro

· À sua chegada a Madrid Bento XVI convidou os jovens a ser testemunhas de esperança e confiança ·

A crise contemporânea confirma a necessidade de uma razão ética para pôr a economia ao serviço do homem

Só podemos sair da crise que aflige o mundo se reconhecermos que a economia se mede segundo o bem comum e a responsabilidade pelo próximo. Foi com o pensamento voltado para as grandes questões enfrentadas pela sociedade humana que Bento XVI iniciou, na manhã de 18 de Agosto, a viagem a Madrid para a XVI jmj, confiando aos jovens uma tríplice missão: tornar visível a presença de Deus, abrir as fronteiras e criar espaços de amizade.

Ainda antes de chegar à Espanha, o Papa confirmou isto, respondendo a algumas perguntas feitas pelos jornalistas presentes a bordo do avião a caminho de Madrid, aos quais falou sobre a «inspiração» e a «grande ideia» de João Paulo II, idealizador das Jornadas, que são «um sinal, uma cascada de luz» que dão visibilidade à fé e à presença de Deus no mundo, alimentando nos jovens «a coragem» de crer; sobre a crise e o conceito da centralidade do homem e da necessidade de inserir em cada processo económico um fundamento ético. No que se refere aos jovens, eles «não encontram perspectivas na sua vida», mas a Igreja propõe-lhes a doutrina social, que ensina a «renunciar ao máximo lucro» e a contemplar a realidade numa dimensão humanista e religiosa», pois graças a Deus «um mundo melhor é possível»; sobre o diálogo e a tolerância, dado que «a verdade só é acessível na liberdade», pois «liberdade e verdade estão intimamente unidas»; e sobre a sua convicção de que a jmj não se mede apenas numericamente, porque «a sementeira de Deus é sempre silenciosa».

Ao chegar a Madrid, o Papa recordou que a jmj é «uma mensagem de esperança cheia de confiança no futuro», conceito que reiterou no encontro da tarde com os jovens na Plaza de Cibeles.

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23 de Setembro de 2019

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