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Respeito
pelos povos indígenas

· Pedido do Pontífice na mensagem vídeo de julho para a Rede mundial de oração ·

Francisco «fez-se eco e porta-voz dos desejos mais profundos dos povos indígenas» na mensagem difundida recentemente no site (www.apmej.org) da Rede mundial de oração do Papa (Apostolado da oração). 

Comentando em espanhol a sua intenção universal para o mês de julho – o vídeo com legendas em seis línguas está disponível no site www.thepopevideo.org – o Pontífice explicou que ela é dedicada ao respeito por aquelas populações cujas origens num lugar particular remontam à pré-história. «Gostaria que unisses a tua voz à minha – exortou o Papa, enquanto no ecrã correm rostos de mulheres e homens de diversas etnias em trajes tradicionais – rezando com todo o coração para que sejam respeitados os povos indígenas, ameaçados na sua identidade e até na sua própria existência».

A mensagem vídeo do mês de julho da Rede mundial de oração do Papa inspirou-se no discurso de João Paulo II dirigido aos indígenas no aeroporto equatoriano de Latacunga, a 31 de janeiro de 1985. Foi uma etapa importante da sua viagem apostólica que há trinta anos o levou a visitar de 26 de janeiro a 5 de fevereiro a Venezuela, o Equador, o Peru e Trindade-Tobago. Naquela ocasião o Papa Wojtyła disse aos indígenas que gostaria de se fazer «eco e porta-voz» das suas «mais profundas aspirações». Como também o Papa Francisco, que repropos aquelas palavras nos dias em que se comemora o primeiro aniversário da sua viagem à América Latina, realizada de 5 a 12 de julho de 2015 ao Equador, Bolívia e Paraguai. Em cada um dos três países o primeiro Papa latino-americano reservou momentos de encontro com os povos autóctones, e as liturgias celebradas continham elementos linguísticos, artísticos e culturais dos índios, tanto dos quechuas como dos guaranis. Em particular, participando no segundo encontro mundial dos movimentos populares, realizado na Bolívia no Expo Feira de Santa Cruz de la Sierra, no dia 9 de julho, Bergoglio citou o seu predecessor e o seu específico pedido de perdão. «E quero dizer-vos, quero ser muito claro, como foi São João Paulo II: Peço humildemente perdão, não só para as ofensas da própria Igreja, mas também para os crimes contra os povos nativos durante a chamada conquista da América».

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22 de Agosto de 2019

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