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Reino Unido e Santa Sé
juntos pela justiça

· O Secretário de Estado para o centenário das relações diplomáticas ·

«Cristo continua a enviar os seus discípulos pelo mundo a fim de anunciar a vinda do seu Reino e levar a sua paz»: retomando as palavras pronunciadas por Bento XVI no Bellahouston Park de Glasgow a 16 de Setembro de 2010, o cardeal Pietro Parolin recordou as «obras de justiça, paz e reconciliação» que viram a Igreja católica, a Comunhão anglicana e outras comunidades cristãs trabalhar juntas com as autoridades britânicas. A ocasião foi, na tarde de quarta-feira, 3 de Dezembro, a celebração presidida pelo secretário de Estado na basílica de São Paulo extramuros para comemorar o centenário do restabelecimento das relações diplomáticas entre a Santa Sé e o Reino Unido.

Nela participaram cardeais, bispos e sacerdotes vindos propositadamente da Inglaterra, eclesiásticos britânicos que desempenham o seu ministério ou estudam em Roma, uma delegação do Governo de Sua Majestade guiada pela baronesa Anelay, ministro de Estado do Foreign office, dignitários da Comunhão anglicana, representantes da Soberana Ordem Militar de Malta, membros do corpo diplomático acreditado junto da Santa Sé e monges da comunidade beneditina de São Paulo.

Entre as obras recordadas, o cardeal Parolin frisou as que se destinam à protecção dos inocentes e dos débeis vítimas das duas guerras mundiais e dos conflitos mais recentes em todo o mundo; e as que se destinam à promoção do diálogo e da reconciliação, a fim de realizar uma paz duradoura entre os povos. «O Governo britânico e a Santa Sé – comentou – colaboraram nestes esforços pela justiça e a paz, e nós desejamos fortalecer e alargar esta cooperação pelo bem de todos, quer em situações de calamidades, de carestias em África, dos maremotos na Ásia, quer pelos pobres nas nossas comunidades e ou na periferia da sociedade: os nascituros no seio materno, os doentes e os idosos, as vítimas de abusos e do tráfico de seres humanos». Porque, explicou, «em todos estes esforços, a nossa determinação a trabalhar pela justiça e pela paz radica-se sempre na dignidade inalienável da pessoa humana».

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21 de Setembro de 2019

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