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Reconciliação nacional para reconstruir o Iraque

· ​O Papa pediu para sanar as divisões e favorecer o regresso dos deslocados ·

«As migrações forçadas dos cristãos, a reconstrução das aldeias, o regresso das pessoas deslocadas» são «questões de importância primordial» para o Iraque, sublinhou o Papa no discurso dirigido aos bispos caldeus, recebidos em audiência na manhã de quinta-feira, 5 de outubro, no início dos trabalhos do Sínodo da antiga Igreja do Médio Oriente.

Francisco pediu ao patriarca Louis Raphaël Sako, que guia a delegação de cerca de vinte prelados, que leve a própria saudação aos «fiéis da amada terra iraquiana, duramente provados, compartilhando a esperança pelas notícias recentes que falam de uma retomada da vida e da atividade em regiões e cidades até agora submetidas a dolorosa e violenta opressão».

«Possa a misericórdia de Deus – auspiciou a este propósito o Pontífice – aliviar as feridas da guerra que afligem o coração das vossa comunidades, a fim de que possam finalmente restabelecer-se». Mesmo se «em algumas regiões se concluiu a trágica página», infelizmente «ainda há muito a fazer». Daqui a exortação a que os bispos caldeus trabalhem «incansavelmente como construtores de unidade, com pastores das outras Igrejas», dialogando e colaborando também com «todos os atores da vida pública, para facilitar o regresso dos deslocados e sanar as divisões e as contraposições». Um compromisso, observou Francisco, «mais do que necessário no atual contexto iraquiano, face às novas incertezas sobre o futuro». Com efeito, acrescentou com uma recomendação, «há necessidade de um processo de reconciliação nacional e de um esforço conjunto de todos os membros da sociedade, a fim de alcançar soluções partilhadas para o bem de todo o país». Daqui o convite do Santo Padre «a não ceder ao desânimo diante das dificuldades que ainda permanecem, não obstante quanto foi feito na obra de reconstrução sobretudo na planície de Nínive».

Discurso do Papa

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23 de Agosto de 2019

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