Nota

Este site utiliza cookies...
Os cookies são pequenos arquivos de texto que ajudam a melhorar a sua experiência de navegação no nosso site. Ao navegar em qualquer parte deste site você autoriza a utilização dos cookies. Poderá encontrar maiores informações sobre a policy dos cookies nas Condições de utilização.

Protecção, justiça e trabalho para o povo do mar

· Bento XVI aos participantes no congresso mundial sobre o apostolado marítimo ·

Um povo vulnerável, exposto não só a ameaças criminosas, mas obrigado a sofrer fortes restrições à própria liberdade pessoal, a enfrentar situações de graves injustiças e a ter que se confrontar com os apertos de uma crise que se revela de proporções incalculáveis. O Papa fala do povo do mar e, dirigindo-se aos participantes no congresso mundial do Apostolado do Mar, exprime a sua preocupação por este mundo complexo e variegado: milhões de pessoas envolvidas num peregrinar contínuo,  e muitíssimas famílias que mais que outras «devem fazer face às dificuldades do presente» e viver «a incerteza do futuro». E recomenda que seja dado seguimento às indicações que surgiram do intercâmbio de experiências que caracterizou os dias do congresso acabado de concluir, testemunhando concretamente a proximidade da Igreja.

É o sentido do discurso dirigido na manhã de sexta-feira, 13 de Novembro, na audiência concedida aos mais de quatrocentos agentes do Apostolado do Mar, em representação de sessenta e nove países do mundo, reunidos nestes dias em Roma pelo Pontifício Conselho para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes, para reflectir sobre o tema da nova evangelização no mundo marítimo.

Bento XVI recorda a importância do mundo do mar, os seus aspectos significativos para a difusão do Evangelho: «Desde o alvorecer do cristianismo – diz – o mundo marítimo foi veículo eficaz de evangelização». E ainda hoje é, porque a Igreja continua a «sulcar os mares» para levar o anúncio da boa nova a todos os ângulos da terra. E faz isto também e sobretudo graças a quantos se ocupam da assistência pastoral ao povo do mar. É a ele que o Papa se dirige e recomenda que se torne próximo  de quantos vivem no e do mar, que partilhem com eles os incómodos e os sofrimentos, que mostrem o rosto de Cristo e o rosto «cuidadoso da Igreja que acolhe». O Papa dirigiu depois um pensamento  particular às famílias dos marítimos e pediu para transformar capelas e pontos de acolhimento dos diversos portos do mundo em lugares nos quais seja possível para eles «colmar as saudades profundas da alma» e descobrir-se comunidade viva.

Edição em papel

 

AO VIVO

Praça De São Pedro

23 de Setembro de 2019

NOTÍCIAS RELACIONADAS