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Primeira vitória para as Mulheres do Muro

Desde o longínquo ano de 1988 (como narrou Anna Foa em «donne chiesa mondo» no passado mês de Abril) em Jerusalém as Mulheres do Muro reivindicam o direito de rezar em voz alta, como os homens, no Muro das Lamentações. Ora bem, graças à mediação de Natan Sharansky (presidente da Agência hebraica), a partir de agora também as mulheres poderão fazê-lo como os homens (com o xaile, o barrete e as filactérias) e poderão ler a Torah em público. As mulheres, no entanto, tiveram que aceitar retirar-se para o sector feminino, rezando a uns dez metros de distância do muro. A primeira vitória é um compromisso. Mas mesmo assim é um histórico passo em frente.

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12 de Novembro de 2019

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