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Preocupação comum pela paz

· O encontro entre Jorge Napolitano e Bento XVI por ocasião do concerto na Sala Paulo VI ·

Com o pensamento na situação do Médio Oriente e a proximidade a todos os italianos

A comum preocupação pela paz, também em referência à situação no Médio Oriente, foi manifestada por Bento XVI e pelo presidente da República Italiana, Jorge Napolitano, durante o encontro particular realizado na tarde de sexta-feira 11 de Maio, na saleta da Sala Paulo VI, antes do concerto oferecido pelo chefe de Estado italiano por ocasião do sétimo aniversário do pontificado. Durante o colóquio cordial, que se prolongou por 20 minutos, o Pontífice expressou ao presidente a sua gratidão pessoal pelo gesto realizado com a oferta do maravilhoso concerto, mas sobretudo fez questão de manifestar mais uma vez o seu afecto pela Itália e a sua proximidade a todos os italianos, garantindo a sua oração neste momento difícil e crítico para o País.

Também o presidente Napolitano, na saudação dirigida ao Papa na Sala Paulo VI, ressaltou «a profunda partilha de ansiedades e de intenções» que se foi estabelecendo com os anos entre as instituições representativas da nação italiana e a Santa Sé. Uma partilha alimentada sobretudo pela solicitude de Bento XVI «pelo destino da Itália, com confiança – reconheceu o chefe do Estado – nas muitas energias positivas presentes na nossa sociedade e por conseguinte na perspectiva de uma renovada unidade e coesão da nossa nação».

Estas são consonâncias que encontram eco também no discurso do Pontífice no final do concerto dirigido por Riccardo Muti, ao qual Bento XVI quis entregar pessoalmente uma honorificência especial. O Papa manifestou gratidão pela iniciativa e pelas considerações expressas pelo presidente Napolitano, definindo-as «sinais que manifestam mais uma vez, o vínculo entre o sucessor de Pedro e esta amada nação». Quanto às músicas de Vivaldi e Verde executadas pela orquestra e pelo coro do Teatro da Opera de Roma, o Pontífice evidenciou as suas características principais, ressaltando sobretudo «a intensa interpretação e execução» do maestro Muti, do qual frisou «o compromisso para que seja mais conhecido este rico repertório que expressa em música a fé da Igreja».

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23 de Setembro de 2019

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