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Por uma paz estável

· ​Na conclusão da visita à Geórgia e ao Azerbaijão o Papa reiterou a necessidade do diálogo e da negociação na região do Cáucaso ·

Um dúplice apelo de paz — dirigido às autoridades políticas e aos líderes religiosos da região caucásica — encerrou a visita do Papa Francisco à Geórgia e ao Azerbaijão. Na tarde de 2 de outubro, antes de deixar a capital azerbaijana para regressar a Roma, o Pontífice encontrou-se com os representantes do mundo institucional e civil do país, indicando-lhes a finalidade de «uma nova fase, aberta a uma paz estável na região» e dirigindo a todos «o convite a não deixar nada de intentado para chegar a uma solução satisfatória». Imediatamente depois, durante a visita à mesquita, afirmou que o nome de Deus «não pode ser invocado para interesses de parte nem para fins egoístas», e também não deve «justificar qualquer forma de fundamentalismo, imperialismo ou colonialismo», confiando às várias religiões a incumbência de ser «veículos ativos para a superação das tragédias do passado e das tensões do presente».

No Azerbaijão, o Pontífice passou o domingo inteiro, começando com a celebração da missa na igreja da Imaculada Conceição em Baku. Francisco chegou ao aeroporto da capital na primeira parte da manhã, depois de se ter despedido da Geórgia, onde na tarde de sábado tiveram lugar os últimos três momentos significativos da visita ao país: o diálogo com os sacerdotes e os religiosos reunidos na igreja de Nossa Senhora da Assunção, o encontro com os agentes da caridade e a saudação ao catholicos Elias II na Catedral patriarcal de Mtsketa.

Depois, dos principais assuntos abordados na viagem o Papa voltou a falar no habitual encontro com os jornalistas durante o voo de regresso: fé, ecumenismo e paz foram os temas particularmente aprofundados por Francisco, que também discorreu sobre a «colonização ideológica» levada a cabo mediante a teoria do gender e sobre a necessidade do acompanhamento das pessoas homossexuais.

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14 de Outubro de 2019

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