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Pintar o Papa: Mercedes Fariña

Vive a quatro quarteirões de distância daquela que era a casa do Papa Francisco e pintou-o em diversos quadros; ele, como resposta, convidou-a para vir ao Vaticano trazer-lhe um. Como se pode definir a viagem de uma pessoa comum que, de um dia para o outro, é convidada para uma audiência do Papa? «Ao vivo – conta Mercedes Fariña a Hernán Firpo – Francisco irradia uma energia total, vê-lo serve para sentir a aura, a sua luz. Foi uma grande emoção ter diante de mim o protagonista dos meus quadros! Creio que seja uma pessoa com uma força comovente e uma paz total, autêntica. Senti uma verdadeira comunhão espiritual. Não sou uma retratista. Não pinto retratos por encomenda. Pinto o que gosto. Sempre gostei da arte sagrada. Encanta-me o discurso das iconografias religiosas, na minha obra está sempre presente o tema místico, e o Papa vem da minha cidade, do meu bairro». O resultado são quadros de «um realismo tão grande que te leva a fazer o sinal da cruz diante do quadro».

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19 de Outubro de 2019

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