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Paz para a Ucrânia

· ​No Angelus o Papa recordou o aniversário do Holodomor a fim de que estas tragédias não se repitam ·

Uma oração pela Ucrânia «e pela paz tão desejada» foi pedida pelo Papa Francisco aos vinte e cinco mil fiéis presentes na praça de São Pedro ao meio-dia de domingo, 25 de novembro, para a recitação do Angelus.

Recordando a comemoração – ocorrida no dia anterior no «querido país» da Europa oriental – do aniversário do Holodomor, a «terrível carestia provocada pelo regime soviético que causou milhões de vítimas», o Pontífice evidenciou que «a imagem é dolorosa», portanto, auspiciou que «a ferida do passado seja um apelo para todos a fim de que tais tragédias nunca mais se repitam».

Antes da oração mariana, o Pontífice comentou o trecho evangélico de João (18, 33b-37) do último domingo do ano litúrgico, em que se celebra a solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do universo. Isto, disse, «recorda que a vida da criação não progride por acaso, mas procede rumo a uma meta final: a manifestação definitiva de Cristo, Senhor da história e de toda a criação».

A cena é a do dramático colóquio entre Pilatos e Jesus depois de ele ter sido preso no Getsémani. E naquele diálogo, evidenciou o Papa, Cristo «quer fazer compreender que acima do poder político há outro muito maior, que não se obtém com meios humanos». Aliás, «Ele veio à terra para exercer este poder, que é o amor, dando testemunho da verdade». Aquela «verdade divina que em última análise é a mensagem essencial do Evangelho: «Deus é amor» e deseja estabelecer no mundo o seu reino de amor, justiça e paz». Também porque, observou Francisco, «a história ensina-nos que os reinos fundados no poder das armas e na prevaricação são frágeis e mais cedo ou mais tarde desabam. Mas o reino de Deus enraíza-se nos corações, conferindo a quem o acolhe paz, liberdade e plenitude de vida». Com uma última admoestação: não esquecer que este reino «não é deste mundo. Ele só poderá dar um sentido novo à nossa vida – explicou o Pontífice – por vezes posta à dura prova inclusive pelos nossos erros e pecados, se não seguirmos as lógicas do mundo e dos seus “reis”.

Angelus

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17 de Novembro de 2019

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