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Paz para a Síria

· A Conferência Genebra 2 deve garantir a participação inclusiva de todas as partes envolvidas ·

A cessação imediata da violência na Síria; o início da reconstrução; o diálogo entre as comunidades; os progressos na resolução dos conflitos regionais; a participação de todos os agentes regionais e globais no processo de paz. 

São estes os pressupostos e ao mesmo tempo as finalidades que a conferência internacional sobre a Síria, estabelecida a 22 de Janeiro primeiro em Montreux e depois em Genebra deve ter como finalidade para alcançar uma paz duradoura. Afirma isto o documento conclusivo do seminário sobre a crise síria promovido pela Pontifícia Academia das Ciências e realizado ontem, segunda-feira 13, no Vaticano. A declaração foi enviada ao Papa Francisco. Os participantes no seminário ressaltam que a guerra na Síria foi mais alimentada pelas rivalidades e pela profunda desconfiança na região, do que pelos conflitos internos. «Por um lado – afirma o documento – isto é prometedor. O povo sírio conviveu em paz ao longo da história, e pode voltar a fazê-lo. Por outro lado, os conflitos regionais que devastaram a Síria devem ser enfrentados a fim de criar as condições para uma paz duradoura». Por conseguinte, «a conferência Genebra 2 deve garantir a participação inclusiva de todas as partes em conflito, quer no interior da região quer além».

A este propósito, o seminário considerou particularmente digno de nota o recente acordo entre Irão e os membros permanentes do Conselho de Segurança mais a Alemanha, para alcançar um consenso sobre o programa nuclear iraniano. «Este acordo provisório dá ao mundo a grande esperança de que o período prolongado de grave desconfiança entre Irão e outras nações da região e além possa agora ser seguido por uma nova era de confiança e até de cooperação». O que aconteceria também no caso de um passo em frente nas negociações de paz israelo-palestinianas, que estão a decorrer sob a égide dos Estados Unidos.

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25 de Fevereiro de 2020

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