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Pátria espiritual do ecumenismo

Por um dia a Suécia foi a pátria espiritual do movimento ecuménico mundial. Com efeito, a partir de 31 de outubro passado todos os que trabalham pela unidade entre todos os cristãos podem olhar para o que aconteceu na tarde de segunda-feira nas cidades de Lund e Malmö para terem a certeza de que é possível rezar e testemunhar juntos, com obras de caridade, a fé comum no Evangelho. 

Graças também ao Papa Francisco, que quis fortemente participar no encontro duplo com o qual católicos e luteranos comemoraram o quinto centenário da reforma de Lutero. E se a oração na catedral de Lund culminou com a assinatura de uma declaração conjunta, o encontro seguinte na Malmö Arena confirmou os progressos feitos sobretudo no campo do ecumenismo da solidariedade e dos gestos concretos.

Por isso o Pontífice se deslocou ao sul da Suécia, cumprindo um calendário muito cheio de compromissos, que se tornou difícil devido à temperatura que nesta região já é rígida. E no espaço de poucas horas visitou duas cidades não distantes uma da outra, mas que têm em comum ser um ponto de referência para os jovens universitários do norte da Europa, mas também bastante diferentes na sua identidade: mais ligada à memória do passado a primeira, por ser uma das mais antigas do país; mais inclinada para o futuro a segunda, como testemunham visivelmente a ponte que a liga com a Dinamarca e por conseguinte, com o resto do continente, e o Turning Torso, arranha-céu projetado por Santiago Calatrava, que com os seus 190 metros é o edifício mais alto da nação.

do nosso enviado Gianluca Biccini

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20 de Outubro de 2019

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