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Pastores
de um povo que sofre

· ​Ao Pontifício colégio maronita o Papa recorda a especial vocação de paz do Líbano ·

Com os seus sofrimentos e as suas esperanças, o Líbano «não só tem algo a dizer, mas uma especial vocação de paz a cumprir no mundo», frisou o Papa no discurso dirigido à comunidade do Pontifício colégio maronita de Roma, recebida em audiência na manhã de 16 de fevereiro, na sala do Consistório.

«O povo que vos for confiado, desorientado pela instabilidade que infelizmente continua a repercutir-se no Médio Oriente, procurará em vós pastores que o consolem», disse Francisco dirigindo-se aos presentes e exortando-os a estar prontos «para enxugar as lágrimas e acariciar rostos sofredores». Depois, o Pontífice convidou a ser sobretudo «pastores que se esqueçam de si mesmos e dos próprios interesses; pastores que nunca desanimam, porque haurem cada dia do Pão eucarístico a dócil força do amor que sacia; pastores que não têm medo de “se fazer comer” pelo povo, como pães bons oferecidos aos irmãos».

«Entre os filhos da vossa terra — acrescentou o Papa — vós, de modo especial, sereis chamados a servir todos como irmãos, antes de tudo sentindo-vos irmãos de todos». Com efeito, hoje «a fraternidade e a integração representam desafios urgentes, já não adiáveis». Eis por que é preciso trabalhar fim de que «o Líbano possa corresponder sempre à sua vocação de ser luz para os povos da região e sinal da paz que vem de Deus».

Discurso do Papa 

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25 de Agosto de 2019

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