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Pastoral corajosa e cheia de amor

· O Papa Francisco abre os trabalhos do consistório extraordinário dedicado à família ·

Um trabalho a fazer «em profundidade e sem cair na casuística» para ajudar os cônjuges a viver com alegria o plano de Deus para a família, acompanhando-os com «uma pastoral inteligente, corajosa e cheia de amor». Foi a orientação dada pelo Papa Francisco à reflexão do Consistório extraordinário convocado a partir da manhã de hoje, quinta-feira 20 de Fevereiro, na Sala do Sínodo no Vaticano. Um encontro importante em vista das próximas assembleias do Sínodo dos bispos: a extraordinária, que se celebra em Outubro deste ano, e a ordinária em programa para 2015, ambas centradas no tema da família, hoje – lamentou o Pontífice - «desprezada» e «maltratada».

«A nossa reflexão – disse o Papa diante de cerca de 150 purpurados participantes – terá sempre presente a beleza da família e do matrimónio, a grandeza desta realidade humana tão simples e ao mesmo tempo tão rica, feita de alegrias e de esperanças, de canseiras e sofrimentos, como toda a vida».

À intervenção do Pontífice, precedida da saudação do cardeal decano Angelo Sodano, seguiu-se o relatório pormenorizado do cardeal Walter Kasper, oferecido aos participantes no Consistório para os ajudar na reflexão destes dois dias. A intervenção do purpurado prolongou-se por cerca de duas horas. A orientação do relatório foi coerente com a perspectiva indicada pelo Papa, isto é, olhar com realismo para a família e ver em profundidade a sua inserção no desígnio de Deus. De resto, o que é bom da família está anunciado no Evangelho, para o bem das pessoas e da humanidade.

A intenção do relatório foi «considerar um ponto de partida positivo e redescobrir e anunciar o Evangelho da família em toda a sua beleza», como referiu o director da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, num briefing no final da manhã. É necessário procurar «contribuir com as palavras e com os factos para fazer com que as pessoas encontrem a felicidade na família, e desta forma possam dar às outras famílias o testemunho desta sua alegria». O que não significa evitar situações particulares e difíceis, sobre as quais, aliás, disse o cardeal, é necessário reflectir para procurar os modos de conciliar fidelidade à palavra de Jesus e misericórdia.

As palavras do Papa

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17 de Outubro de 2019

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