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Para uma resposta comum à sede espiritual do nosso tempo

· Na audiência geral o Pontífice falou sobre a Semana de oração pela unidade dos cristãos ·

«Como podemos dar um testemunho convincente se estamos divididos?». Foi na óptica da nova evangelização que o Papa introduziu na manhã de quarta-feira, 18 de Janeiro, durante a audiência geral, a Semana de oração pela unidade dos cristãos, durante a qual — de 18 a 25 de Janeiro — se rezará em todas as igrejas pelo dom da consecução da plena comunhão. Um grande desafio para a nova evangelização, disse o Pontífice, porque ela será «mais frutuosa se todos os cristãos anunciarem juntos a verdade do Evangelho de Jesus Cristo e derem uma resposta comum à sede espiritual do nosso tempo.

Tendo-se enriquecido ao longo dos anos, hoje a celebração desenvolve-se através da colaboração de um grupo misto composto por representantes da Igreja católica e «por um grupo ecuménico de uma região diversa do mundo», encarregado de preparar os subsídios para a oração. Este ano coube à Polónia, circunstância que, observou o Papa, ajudará a reflectir sobre «quanto é forte o apoio da fé cristã no meio das provas e perturbações» como as que caracterizaram a história da Polónia que, depois de ter conhecido um período de convivência democrática e de liberdade religiosa, nos últimos séculos «foi marcada por invasões e derrotas, mas também pela luta constante contra a opressão e pela sede de liberdade», até à descoberta da vitória definitiva do amor em Cristo.

O Papa reflectiu brevemente sobre o estado actual do caminho rumo à unidade de todos os cristãos. Para alcançar esta meta, disse, é necessário rezar para obter antes de tudo uma conversão interior «quer comum quer pessoal». Não se trata de procurar atitudes formais de cordialidade ou de cooperação, mas sobretudo de «fortalecer a nossa fé em Deus», naquele Deus que «se fez um de nós».

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19 de Setembro de 2019

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