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Para uma mobilização mundial

· O Papa convida o Conselho dos Chefes executivos da coordenação das Nações Unidas a favorecer o nascimento de uma sociedade justa ·

Uma «mobilização ética mundial» que «difunda e aplique um ideal comum de fraternidade e solidariedade, especialmente para com os mais pobres e excluídos»: pediu o Papa Francisco aos membros do Conselho dos chefes executivos para a coordenação das Nações Unidas, recebidos em audiência na manhã de sexta-feira, 9 de Maio, na Sala do Consistório.

Frisando a bondade da obra até hoje realizada pelos organismos internacionais representados, «especialmente no âmbito da educação e da diminuição da pobreza extrema», o Pontífice exortou a prosseguir incansavelmente os compromissos assumidos, porque – disse – «os povos merecem e esperam frutos ainda melhores». A este propósito recordou que «é próprio da função directiva nunca se conformar com os resultados obtidos, mas comprometer-se cada vez mais, pois o que foi obtido só se garante procurando obter o que ainda falta».

Um princípio que, pelo que diz respeito à organização política e económica mundial, é solicitado pela constatação de que «o que falta é muito, dado que uma parte importante da humanidade continua a ser excluída dos benefícios do progresso e, de facto, relegada a seres humanos de segunda categoria». Portanto, os futuros objectivos de um desenvolvimento sustentável deveriam ser formulados com generosidade e coragem «a fim de que cheguem efectivamente a incidir sobre as causas estruturais da pobreza e da fome», obtendo inclusive ulteriores resultados orientados «para favorecer a preservação do meio ambiente, garantir um trabalho decente para todos e protecção adequada à família». Trata-se, em particular, «de desafiar todas as formas de injustiça, opondo-se à “economia da exclusão”, à “cultura do descartável” e à “cultura da morte”, que infelizmente, poderiam até tornar-se uma mentalidade passivamente aceite».

O texto integral do discurso do Papa 

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20 de Novembro de 2019

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