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Para um debate aberto e participado

· ​Apresentados os trabalhos do Sínodo dos bispos sobre a família que começa a 4 de Outubro ·

Nenhum receio do debate e do confronto. A próxima assembleia geral ordinária do Sínodo dos bispos dedicada à família – que começa no domingo 4 de Outubro com a missa celebrada pelo Papa na basílica de são Pedro – desenrolar-se-á de maneira a deixar mais espaço às vozes dos 270 padres, aos quais se juntarão noventa entre padres, auditores, peritos, colaboradores e delegados fraternos. Afirmou o cardeal Lorenzo Baldisseri, secretário-geral do Sínodo, na conferência de imprensa que teve lugar na manhã se sexta-feira, 2 de Outubro, na Sala de Imprensa da Santa Sé.

O purpurado realçou a tripla oportunidade oferecida aos participantes para intervir durante os trabalhos: as intervenções programadas durante as congregações gerais, o tempo destinado às intervenções livres que terão lugar no final do dia e o debate nos círculos menores subdivididos por área linguística.

Uma das novidades desta XIV assembleia geral ordinária do Sínodo – dedicada ao tema «A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo – é precisamente o número de círculos menores, que serão treze (um alemão, quatro ingleses, três espanhóis, dois italianos, três franceses), isto é, cinco a mais em relação à precedente assembleia ordinária que teve lugar em 2012. Mais uma novidade é a publicação dos relatórios dos círculos no final de cada semana. Considerando o seu número e tendo em conta que os trabalhos serão subdivididos em três partes – uma para cada secção do Instrumentum laboris (dedicadas respectivamente à escuta dos desafios sobre a família, ao discernimento da vocação familiar e à missão da família hoje) – serão 39 os relatórios publicados.

No final dos trabalhos, será apresentado um texto final votado pelos padres sinodais. E precisamente no respeito da transparência, foi instituída uma comissão para a elaboração do relatório final, nomeada pelo Papa. A comissão supervisionará a elaboração de cada uma das três partes do relatório, cujo texto final será ilustrado na sala. A este propósito, o cardeal disse que se «tratará de harmonizar as várias posições que sobressaírem. A comissão dos dez garantirá maior transparência». Se houver emendas «serão acrescentadas ao texto final que será lido integralmente. Seguir-se-ão as votações». Na conclusão das três semanas «chegar-se-á a um texto fruto das reflexões e das várias intervenções dos padres sinodais». Contudo não haverá impedimento algum ao debate, como de resto, recordou o purpurado, aconteceu também durante os trabalhos do concílio Vaticano II.

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14 de Outubro de 2019

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