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Para sair do túnel obscuro

· Saudação no final dos exercícios espirituais no Vaticano ·

A impressão de ver uma luz e de ouvir uma música bonita além do túnel escuro da noite constituem a percepção da beleza de Deus, a esperança que salva; isto poderia representar «uma parábola da nossa vida». Bento XVI com estas palavras concluiu na manhã de 3 de Março, na capela Redemptoris Mater, a semana de exercícios espirituais no Vaticano, durante a qual as meditações foram propostas pelo cardeal Laurent Monsengwo Pasinya, arcebispo de Kinshasa, na República Democrática do Congo.

Eminência

Prezados irmãos

No final destes dias de oração e de escuta, é oportuno dizer: obrigado! Em nome de todos nós, digo-lhe obrigado, Eminência, pela guia que nos ofereceu nestes exercícios.

Vossa Eminência guiou-nos — por assim dizer — no grande jardim da primeira Carta de São João, e assim em toda a Escritura, com exímia competência exegética e com experiência espiritual e pastoral. Orientou-nos sempre com o olhar para Deus e, precisamente com este olhar rumo a Deus, aprendemos o amor, a fé que cria comunhão. E Vossa Eminência temperou estas suas meditações com histórias bonitas, tiradas predominantemente da sua amada terra africana, que nos deram alegria e ajudaram.

Fiquei particularmente impressionado com aquela história em que o senhor falava de um amigo que, estando em coma, tinha a impressão de se encontrar num túnel obscuro, mas no final via um pouco de luz e sobretudo ouvia uma música bonita. Parece-me que ela pode ser uma parábola da nossa vida: encontramo-nos muitas vezes num túnel obscuro em plena noite mas, mediante a fé, no final vemos a luz e ouvimos uma música bonita, sentimos a beleza de Deus, do céu e da terra, de Deus Criador e da criatura; e assim, é verdade, spe sumus salvos (cf. Rm 8, 24).

E Vossa Eminência confirmou-nos na fé, na esperança e na caridade. Obrigado!

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23 de Setembro de 2019

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