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Para evangelizar o matrimónio e a família

· Bento XVI aos bispos de Papua-Nova Guiné e das Ilhas Salomão em visita «ad limina» ·

Um encorajamento aos esforços realizados para «dar a prioridade pastoral à evangelização do matrimónio e da família» foi dirigido por Bento XVI aos bispos de Papua-Nova Guiné e das Ilhas Salomão, recebidos na manhã de sábado, 9 de Junho, por ocasião da visita «ad limina Apostolorum». Palavras que adquirem um significado particular no centenário de nascimento do beato Pedro To Rot, que o Papa definiu mártir «pela defesa da santidade do matrimónio», exortando «todos os casais a seguir o seu exemplo de coragem».

Depois da saudação que lhe dirigiu o arcebispo John Ribat, presidente da Conferência episcopal dos dois países da Oceânia, o Pontífice pronunciou o seu discurso, no qual expressou que está consciente do trabalho pastoral desempenhado pelos prelados no âmbito da evangelização da cultura. De resto, «mesmo reconhecendo as respectivas contribuições de cada cultura e  servindo-se por vezes dos seus recursos para cumprir a própria missão, a Igreja foi enviada a anunciar o Evangelho a todas as nações, transcendendo os confins construídos pelo homem». Daqui a exortação de Bento XVI aos bispos de Papua-Nova Guiné e das Ilhas Salomão, para que na obra de evangelização continuem «a aplicar as verdades eternas do Evangelho aos usos das pessoas» que  encontram «para construir sobre os elementos positivos já existentes e purificar os outros onde for necessário».

E falando precisamente sobre este aspecto da evangelização, Bento XVI recordou que «a família deve desempenhar um papel central, porque é a unidade de base da sociedade humana e o primeiro lugar no qual nos apropriamos da fé e da cultura». Actualmente – explicou a propósito – «é preciso prestar atenção especial aos bens religiosos, sociais e morais da fidelidade, da igualdade e do respeito recíproco, que devem existir entre marido e mulher». Por sua vez, concluiu, «a Igreja proclama incansavelmente que a família se baseia na instituição natural do matrimónio entre um homem e uma mulher e, no caso dos cristãos baptizados, trata-se de  um contrato que foi elevado a sacramento».

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23 de Setembro de 2019

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