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Para além de todas as barreiras

· Francisco pede aos agentes da pastoral da saúde que se ocupem dos outros sem considerar as diferenças sociais e religiosas ·

A «proximidade do outro» supera «qualquer barreira de nacionalidade e de classe social»: recordou o Papa Francisco ao receber na Sala Régia, na manhã de 19 de Novembro, os participantes na conferência internacional do Pontifício Conselho para a pastoral no campo da saúde sobre o tema «A cultura da salus e do acolhimento ao serviço do homem e do planeta».

«Precisamente o respeito pelo valor da vida e, ainda mais, o amor por ela – evidenciou o Pontífice – encontra uma actuação insubstituível no fazer-se próximo, aproximar-se, ocupar-se de quem sofre no corpo e no espírito: todas estas acções caracterizam a pastoral da saúde. Acções e, sobretudo, atitudes que a Igreja evidenciará em especial durante o Jubileu da Misericórdia, que nos chama a todos para permanecer próximos dos irmãos e irmãs que mais sofrem».

«Esta proximidade do outro – proximidade verdadeira não fingida – até senti-lo como alguém que faz parte da minha vida – inclusive o inimigo faz parte como irmão – supera todas as barreiras de nacionalidade, de classe social, de religião... como nos ensina o “bom samaritano” da parábola evangélica. Supera também a cultura em sentido negativo a qual, tanto nos países ricos como nos pobres, os seres humanos são aceites ou rejeitados segundo critérios utilitaristas, em particular de benefício social ou económico. Esta mentalidade é parente da chamada “medicina dos desejos”: um costume cada vez mais difundido nos países ricos, caracterizado pela busca a qualquer preço da perfeição física, na ilusão da juventude eterna; um costume que induz a descartar ou a marginalizar quem não é “eficiente”, quem é visto como um peso, um incómodo, ou simplesmente feio».

Discurso do Papa 

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14 de Outubro de 2019

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