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Os braços abertos do Rio de Janeiro

· O Pontífice acendeu o novo sistema de iluminação do Cristo Redentor ·

Uma cidade de braços abertos para receber. Eis a imagem sugerida pelo Papa que, por ocasião das comemorações pelo novo ano e do início das celebrações pelos 450 anos de fundação do Rio de Janeiro, enviou uma mensagem vídeo ao povo brasileiro, que foi transmitido pouco antes da meia-noite de 31 de Dezembro, nas telas gigantes colocadas ao longo da praia de Copacabana.

Na circunstância o Pontífice acendeu também o novo sistema de iluminação da estátua do Cristo Redentor no Corcovado. Francisco indicou «as contradições que mancham» a beleza de uma «cidade maravilhosa» como o Rio: «Por um lado, o contraste gerado por grandes desigualdades sociais: opulência e miséria, injustiça, violência... Por outro, temos aquelas que poderíamos chamar cidades invisíveis, grupos ou territórios humanos que possuem registros culturais particulares». A ponto que, explicou o Papa, «às vezes parece que existem várias cidades, cuja coexistência nem sempre é fácil numa realidade multicultural e complexa. Mas, diante deste cenário, não percamos a esperança! Deus mora na cidade! Jesus, o Redentor, não ignora as necessidades e os sofrimentos de quantos vivem aqui na terra! Os seus braços abertos convidam-nos a superar estas divisões e a construir uma cidade unida pela solidariedade, a justiça e a paz». Por isso, o Papa exortou a não permanecer de «braços cruzados», mas a «abri-los», precisamente como o Cristo Redentor. Porque, concluiu, «todas as pessoas têm algo a contribuir para a construção de uma civilização mais justa e fraterna». E depois «podem aprender muito com o exemplo de generosidade e de solidariedade das pessoas mais simples; a sabedoria generosa de saber colocar mais água no feijão, da qual o nosso mundo tem muita necessidade».

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20 de Agosto de 2019

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