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Oração e solidariedade
pela Indonésia

· ​Proximidade do Papa às populações atingidas pelo maremoto ·

«Proximidade às populações da ilha de Sulawesi, na Indonésia, atingida por um forte maremoto», foi expressa pelo Papa no final do Angelus de 30 de setembro.

Depois de ter celebrado na manhã a missa para o corpo da Gendarmaria do Vaticano e os seus familiares, no dia seguinte à festa do padroeiro São Miguel Arcanjo, o Pontífice guiou a oração mariana do meio-dia, recordando «os defuntos — infelizmente numerosos — os feridos e quantos perderam a casa e o trabalho» na tragédia indonésia. «Que o Senhor os console e sustente os esforços de quantos estão comprometidos a levar socorros», desejou, antes de recitar para eles uma ave-maria com os fiéis presentes na praça de São Pedro. Sucessivamente, Francisco recordou a beatificação na França do sacerdote de Marselha, Jean-Baptiste Fouque, «que foi vice-pároco durante a vida inteira» promovendo «numerosas obras assistenciais e sociais a favor de jovens, idosos, pobres e doentes». Em síntese, um «apóstolo da caridade» exemplar «no compromisso de hospitalidade e partilha com as pessoas mais frágeis e desfavorecidas».

Precedentemente, comentando como de costume o Evangelho dominical (Mc 9, 38-43.45.47-48) em que os «discípulos manifestam uma atitude de fechamento diante de um evento que não faz parte dos seus esquemas, neste caso até ação boa de uma pessoa “externa” ao círculos dos seguidores», Francisco observou que ao contrário Jesus parece «muito livre, plenamente aberto à liberdade do Espírito de Deus». Atualizando a reflexão, o Papa explicou que deste modo «Jesus quer educar os seus discípulos» e «hoje também nós, para esta liberdade interior». Com efeito, a atitude dos discípulos da primeira hora «é muito humana, deveras comum, e podemos encontrá-la nas comunidades cristãs de todos os tempos, provavelmente até em nós mesmos».

O Papa voltou a propor o tema da crítica às tendências autorreferenciais, difundidas nalgumas comunidades cristãs, também nas audiências de 1 de outubro a dois grupos de sacerdotes: aos participantes na congregação geral dos rosminianos e aos da diocese francesa de Créteil. Aos primeiros reiterou que o caminho da santidade é a verdadeira reforma da Igreja, e aos segundos, que os presbíteros não são consagrados «para ser “super-heróis”», mas são «enviados com a consciência de ser homens perdoados».

Na parte da manhã, o Pontífice recebeu também os participantes num seminário sobre a ética na gestão da saúde, provenientes da América Latina. Falou-lhes sobre a necessidade de cuidar do doente, referindo-se à «forte tendência à legalização da eutanásia», hoje difundida no mundo. A este propósito, o Papa desejou «um acompanhamento humano sereno e participativo» para «o paciente crónico grave ou o enfermo em fase terminal».

Angelus do Papa

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25 de Agosto de 2019

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