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Onde se experimenta
a misericórdia

· O Papa falou dos santuários ·

Lugares de acolhimento, oração e, sobretudo, misericórdia, os santuários «são insubstituíveis porque mantêm viva a piedade popular, enriquecendo-a de uma formação catequética que apoia e fortalece a fé» e alimentam «o testemunho da caridade». Falando aos participantes no congresso internacional dos reitores e dos agentes dos santuários — recebidos no Vaticano na manhã de quinta-feira 29 de novembro — o Papa teceu o elogio destes lugares onde o povo de Deus se reúne para exprimir a própria devoção «na simplicidade e segundo as tradições que foram recebidas desde a infância».

A propósito, Francisco definiu “uma joia” a mudança desejada por Paulo VI da expressão “religiosidade popular” para “piedade popular”, a qual «como disse um bispo italiano, é o sistema imunitário da Igreja».

Por fim, na conclusão do discurso, Francisco hauriu da experiência pessoal de quando era reitor da faculdade de teologia para uma longa digressão sobre o povo de Deus que frequenta os santuários. E recordando a opinião de um jesuíta que depois de uma vida dedicada ao ensino pediu e conseguiu desempenhar o ministério numa favela argentina. Ele afirmava, explicou Bergoglio compartilhando a sua opinião, que «o santo povo fiel de Deus é ontologicamente olímpico», isto é faz o que quer; e «é metafisicamente enfadonho, ou seja, aborrece», porque exige um compromisso constante que cansa. De facto, «se estiveres em contacto com o povo de Deus, cansar-te-ás» mas «um agente pastoral que não se cansa, deixa-me muito perplexo», concluiu.

Discurso do Papa

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24 de Outubro de 2019

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