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A oitava obra de misericórdia

· Mensagem do Pontífice para o dia mundial de oração pelo cuidado da criação ·

Às tradicionais obras de misericórdia corporais e espirituais, o Papa Francisco, na mensagem para o dia mundial de oração pelo cuidado da criação, celebrado a 1 de setembro, acrescentou outra: «o cuidado da casa comum». Reunindo os pontos fundamentais da encíclica Laudati si', o Pontífice dirigiu um urgente convite a «cada pessoa que habita este planeta», solicitando todos a ouvir «quer o grito da terra quer o grito dos pobres» e a fazer um sério exame de consciência em relação ao nosso modo de viver no mundo que habitamos.

«Não podemos – escreve – desistir ou ser indiferentes perante a perda da biodiversidade e a destruição dos ecossistemas, muitas vezes causados por comportamentos irresponsáveis e egoístas». Nem sequer não nos darmos conta de que são sobretudo «os pobres do mundo, que menos incidem nas mudanças climáticas», quem sofre as consequências em maior medida.

O Papa Francisco é claro: «até agora não soubemos reconhecer nem confessar» o pecado do homem contra a criação. Por isso é preciso mudar os nossos estilos de vida, voltando a orientar os comportamentos também através de pequenos gestos diários, em relação àquele «bem comum que inclui a sustentabilidade e o cuidado da criação». Este compromisso é válido para os indivíduos, mas também para os governos que têm o dever de respeitar os acordos adotando os objetivos de desenvolvimento de Paris para fazer face às mudanças climáticas.

É importante, frisou o Pontífice, que a preocupação pelo futuro do planeta seja partilhada por Igrejas e comunidades cristãs juntamente com as outras religiões: de facto, todas reconhecem a vocação do homem para ser guarda da criação e vivê-la como lugar de comunhão. Uma união que se tornou visível também pela oração comum: na tarde de quinta-feira, o Papa guiou na basílica de São Pedro a oração das vésperas na qual participaram também vários representantes ecuménicos.

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22 de Outubro de 2019

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